Sua boca se abre e ela se senta, puxando o cobertor para se cobrir. Ela apenas pisca para mim e começa a balançar a cabeça. “Não posso” ela simplesmente afirma. “Por que não?” Eu pressiono, cruzando os braços sobre o peito. “Você disse que não o ama.” A derrota toma conta de seu rosto. “Eu não. Mas eu já te disse, meu pai...” “f**a-se seu pai!” interrompo, com raiva. Por um momento ela não comenta, apenas me estuda atentamente. “Você gostaria disso, não é?” Meus olhos se estreitam. “Do que você está falando?” eu pergunto. “Você odeia meu pai, toda a minha família, e adoraria me ver desafiá-lo e depois ser jogada na rua, não é? Não é?” Ela pergunta novamente, a voz aumentando. “Diminua seu tom de voz. Alguém vai ouvir você” respondo. “Eu não ligo!” “Seu pai é um

