Deve ter passado uma hora até eu ouvir uma batida na porta do meu quarto. Eu estava deitada na cama, lendo um livro e o fechei, para ir até a porta. Quando a abri, vi Franco me olhando com pesar. – Me perdoe por isso, Sophia. Esse não é o tratamento que merece e você sabe muito bem disso. Loren beliscou um pedaço do peru e foi embora. Por favor, volte a se sentar conosco, minha tia é um pouco antiquada, não é a toa, ela é irmã da minha falecida mãe e... – Sua voz era de súplica. – Senhor Franco, peço desculpas, mas não consigo. Não passo de uma empregada... – Merda. Eu tô chorando na frente da droga do Franco. – Mas ainda assim, eu sou humana. E posso não fazer parte da sua família, mas amo os meninos com todo meu coração e me magoou preparar algumas coisas para uma festa da qual não pos

