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SOPHIA NARRANDO Botei as crianças para tomar banho e fui para a cozinha preparar o almoço. Eles provariam arroz, sem ser integral, purê de batata e bife grelhado com couve refogada no azeite e alho. Se tinha uma coisa que eu agradecia aos meus pais, era a independência com a qual me criaram, a ponto de permitirem que eu ficasse enfurnada na cozinha aprendendo a cozinhar com dona Bárbara. Houve uma época em que eu queria ser uma chef renomada, mas esse sonho morreu depois de eu ver como era a vida dos estudantes de gastronomia dentro das grandes cozinhas. O discurso do café da manhã se repetiu no almoço e eu observei com alegria aos meninos devorando a comida como se estivessem mortos de fome. Avisei a eles que as experiências precisavam ficar em segredo até que o resultado final fosse g

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