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SOPHIA NARRANDO - O que? - Eu disse, pegando o celular que derrubei. - Que tipo de brincadeira é essa? - Gritei. - Não é uma brincadeira. - A voz do outro lado disse. - Sou eu. - Que? Como? Você tá morto! - Eu gritei, e Franco arregalou os olhos, tomando o celular da minha mão e colocando no viva-voz. - Quem é você? - Sou eu. Eu sei que você está confusa e com raiva, mas eu tenho uma explicação para tudo isso. - Eu neguei com a cabeça. - Eu não acredito. Não acredito! Não, o meu pai não faria algo tão c***l como fingir que morreu e abandonar a família! - Berrei em direção do telefone. - Sophia... Eu não tive escolha, e eu sinto muito por isso. Passei as duas mãos em meu próprio cabelo, enquanto Franco segurava o telefone. Aquilo era simplesmente insano. - Como você pôde? Por quê?

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