CAPÍTULO VINTE E SETE Assim que abriu a porta, Eliza soube que iria passar por uma situação tensa. Ela se lembrava vagamente dos três rostos, de quando fizeram a visita ao hospital no outro dia, embora tudo daquela época, incluindo seus nomes, pairasse em algo como uma névoa induzida pelos medicamentos. Mas agora, mais consciente e mais apreensiva do que no dia do hospital, ela podia ver que isso não seria fácil. Ambos os detetives do s**o masculino tinham expressões razoavelmente livres de julgamento. Mas o rosto da mulher estava sério demais, com uma expressão próxima a uma careta. “Por favor, entrem”, disse ela, tentando não se sentir intimidada. “Obrigado, Senhora Longworth”, disse o homem mais pesado e bigodudo. “Você pode não se lembrar, mas sou o detetive Brady Bowen da delegac

