Cerca de quatro horas depois, Angel ouviu o barulho do carro estacionando na frente da casa. Já eram quase dez horas da noite e ela estava deitada na cama com a mãe apreensiva pela falta de notícias. Elas correram para a porta e Robert andava devagar com a ajuda de Taylor. Ele sentou pesadamente no sofá e fechou os olhos. - Que droga! Como vou trabalhar com essa perna toda costurada! Marta sentou ao lado do marido. - Você vai ficar quieto até se curar. Taylor abraçou Angel e acariciou os cabelos dela. - Tudo bem? - Tudo bem e você? Ele sacudiu o ombros e torceu a boca. - Estou cansado. - Vem aqui, vem comer alguma coisa. Ele parecia inquieto. - Podemos ir para casa? Robert o interrompeu. - Você pode ficar um minuto, preciso falar com você. Marta olhou para o marido. - Queri

