Capítulo-CXXV. Rasgando o véu ( P2 ) " No mar do despero me agarro a única tábua de salvação que me resta: a oração. " Annália — Você sabe me dizer há quanto tempo iniciou a máfia aqui na Itália? — pergunto, brincando com os dedos de Filippo. O homem toma uma respiração profunda, dá um beijo na minha cabeça e encosta meu corpo bem próximo ao seu, num abraço gostoso. —Estar assim está me deixando excitada; estou perdendo até um pouco da racionalidade e da atenção também. A voz de Filippo arrasta vagarosamente, é delicioso ouvi-la. — Devo te confessar que essa prova à qual você está me colocando é difícil para caramba — sorrio e dou uma mordida de leve em seu mamilo, passando a ponta da minha língua sobre o bico pequeno do peito. — Agora você está apelando, não é a mesma A

