Capítulo- CXLVII. Pesadelo real 1 " Nunca iremos entender os pensamentos alheios e muito menos o porque de alguns serem ruins." Annália — Cansada? - Filippo pergunta. — Não. - respondo, ainda de olhos fechados. — Foi tudo muito intenso, pequena — ele sussurra, e eu tenho que concordar. — Eu gostei — digo, com um sorriso no rosto. Ele desliza a mão pelo meu rosto, e recebo um carinho gostoso. — E o que faremos agora que gostamos do mesmo? — indago. — Viver — ele responde, após me dar um beijo. Sorrio, feliz, encontrando o meu lugar no mundo, o meu espaço. De repente, o celular de Filippo começa a tocar. Ele se ergue e vai em direção às roupas que estão no chão. Assim que atende a ligação, vejo seu semblante mudar. O homem olha em minha direção, e não sei por quê, mas um arrepio

