Capítulo- CXIV. Sou como o vidro. " Sou como o vidro se me deixas cair eu te perfuro a carne " Annália Saio na ponta dos pés e espio pelas escadas o movimento de pessoas chegando para o jantar do maldito. Engulo em agonia; saber que a maldita não estava blefando me atira ao chão. Retorno ao quarto com o estômago retorcendo de raiva. Mordo o lábio inferior. Preciso dar o veneno para a infeliz — mas como? penso aturdida. Entro, sigo até os berços e olho meus pequenos, minha razão para extrapolar com minhas ações. Hipocrisia da minha parte igualar-me aos algozes do meu avô? Não. Estou lutando para não ser apagada da vida dos meus filhos. Filippo não pode decidir que eu, de repente, não serei mais mãe; não pode trazer uma substituta e lançá-la ao meu espaço. Passo as mãos pelo ros

