NATACHA A campainha toca insistentemente, sabia que não estava apresentável, tinha acabado de f***r com dois irmãos gostosos, super sarados, que me deram uma g****a master. Mesmo descabelada e pouco vestida fui atender, acho que me encontrava tão sorridente que nem pensei em olhar no olho mágico. Somente digitei a senha de segurança e abri a porta. Dando de cara com um homem barbudo, de cabelo preso e com a cara enfezada. — Oi irmão... — Disse cruzando os braços, encostando no batente para lhe dar passagem. — Oi! Não tem um vestido decente pra usar na casona dos seus cunhados? p***a Natachinha... — Murmurou. Abriu os braços bem na hora que me coloquei diante dele pondo as mãos cerradas nos quadris. — Olha aqui seu... — Empinei o queixo desafiando-o, e agora me imitava. — Seu... — A "

