Noite de cinema

1048 Words
Tudo começou quando eu fiquei sem calcinhas limpas. Eu estava em casa durante as férias da faculdade, e minha mãe me disse que eu era a responsável por lavar minhas próprias roupas. Desnecessário dizer que, entre o meu estágio de verão e a tentativa de colocar o papo em dia com amigos do ensino médio, eu negligenciei a lavagem. Então, quando comecei a andar muito por aí de pijama, minha mãe revirou os olhos e me disse para apenas lavar uma leva de roupas. Finalmente, coloquei uma carga para lavar. Enquanto esperava, decidi assistir a um filme com minha mãe e meu padrasto, Mitch. Mitch já estava por perto há algum tempo. Quando o conheci, admito que tive uma pequena queda por ele. Ele é lindo, afinal, com seu cabelo castanho bagunçado e olhos verdes brilhantes. Eu até comecei a correr para poder passar mais tempo com ele. O problema era que ele corria às 5 da manhã o tempo todo, então correr com Mitch durou apenas algumas semanas. Mas continuei correndo por conta própria quando descobri que gostava. — Qual filme você quer? — mamãe perguntou. — Algo com um final feliz — eu disse. — Isso significa um filme para garotas ou uma comédia romântica? — Mitch franziu o nariz. — Pode ser um filme de ação, ou qualquer outra coisa. Eu só não quero um drama para chorar — eu disse. — Ah, então nada dos seus filmes estrangeiros, Sheila — ele provocou minha mãe. Ela escolheu um filme e começou a reproduzi-lo, então puxou seu notebook para trabalhar um pouco, como sempre faz. Mitch e eu olhamos um para o outro e reviramos os olhos juntos. Se a mamãe não pudesse escolher o filme, ela inevitavelmente trabalharia durante ele. Eu estava encolhida no canto do sofá em L, e Mitch estava perto dos meus pés. Minha mãe estava na poltrona reclinável próxima. Conforme o filme passava, dobrei uma das pernas e apoiei o pé no sofá. Não pensei muito nisso. Estava apenas tentando ficar confortável. Quando ouvi Mitch prender a respiração, virei-me e olhei para ele, perguntando-me qual era o problema. Percebi que o olhar dele estava fixo entre as minhas pernas. Quando notei que, com as pernas abertas e o short de pijama folgado, ele provavelmente podia ver tudo o que eu tinha a oferecer, quase fechei as pernas, mas então vi o volume em sua calça de moletom. O olhar dele disparou para encontrar o meu quando minha mão deslizou pela minha coxa. Então dei a ele um sorriso malicioso e deslizei a ponta do dedo para cima e para baixo na costura da minha b****a. Ele engoliu em seco enquanto me via me tocar. Minha mãe se mexeu, e o olhar dele viajou ardejou para ela para ter certeza de que a atenção dela não estava em nós. Ele limpou a garganta, então puxou a manta das costas do sofá e cobriu minhas pernas com ela. Eu estava prestes a me afogar em decepção quando senti os dedos dele no meu tornozelo. Pensei que ele fecharia minhas pernas apenas por segurança, mas ele ergueu meu pé para as costas do sofá e se aproximou mais. Minha respiração parou quando ele deslizou a mão pela parte interna da minha perna. Ele olhou para mim. Eu fiz um gesto labial de "por favor", então ele deslizou a mão ainda mais para cima. Minha pulsação batia entre minhas pernas enquanto ele abria caminho até o topo das minhas coxas. Quando as pontas dos seus dedos roçaram os lábios nus da minha b****a, fechei minhas coxas o máximo que pude. Eu queria prendê-lo entre minhas pernas. Mitch deu um sorriso de lado para mim e pressionou a ponta do dedo mais fundo até romper minha a******a. Ele gemeu, então disfarçou com uma tosse quando me encontrou molhada e pronta. Então ele ergueu um dos meus pés para o seu colo e o pressionou contra sua ereção. Meu único pensamento era que ele era muito maior do que qualquer pessoa com quem eu já estive, e eu precisava colocar aquele p*u dentro de mim. Pressionei meus dedos contra ele, esfregando para cima e para baixo. Ele me recompensou pressionando dois dedos dentro de mim e bombeando-os para dentro e para fora. Apertei-o com meus músculos internos, e ele ergueu os quadris do sofá, pressionando forte contra o meu pé. Eu não conseguia acreditar que isso estava acontecendo. Eu podia ouvir o clique-claque da mamãe digitando. O filme era apenas barulho de fundo para abafar nossa respiração ofegante a essa altura, porque meus olhos estavam travados nos do meu padrasto. Ele esticou o polegar para cima e roçou no meu clitris. Eu soltei um gemido baixo, mas limpei a garganta para tentar encobrir. Ele se aproximou um pouco mais. Seu polegar fazia círculos ao redor do meu c******s, dando-me a pressão de que eu precisava. Meus quadris moviam-se inquietos de um lado para o outro. Eu estava tão molhada que conseguia ouvir o som úmido do dedo dele me fodendo. Como minha mãe podia não ouvir? Não que eu quisesse que ela ouvisse. Eu não queria que nada fizesse ele parar. A adrenalina de estar debaixo do nariz dela misturada com a fricção, tanto dentro de mim quanto no meu c******s, tinha a tensão se enrolando apertada dentro de mim. — Por favor — eu sussurrei —. Por favor. — Shh — ele sussurrou de volta. Então ele virou os dedos lá dentro e esfregou a parede frontal do meu canal. Ao mesmo tempo, pressionou com força o meu c******s. Meu corpo explodiu. Minhas costas arquearam, minhas coxas prenderam-se à mão dele. Puxei um travesseiro para a boca para abafar meu grito, mas era tarde demais. — Papai — explodiu de mim. Os olhos dele brilharam, e senti o p*u dele pulsar repetidamente enquanto ele gozava na calça. — Isso é muito assustador? — mamãe perguntou. — Não — Mitch e eu dissemos ao mesmo tempo. — Então por que você está cobrindo o rosto? — mamãe perguntou. Eu estava ofegante. Meu corpo estremecia e convulsionava enquanto os espasmos me sacudiam. Mesmo enquanto falava com minha mãe, Mitch ainda estava acariciando suavemente o meu c******s. Foi quando eu soube que aquela não seria a última vez.
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