— Estamos fodendo como coelhinhos — disse o Papai suavemente. — Precisamos ir mais devagar, ou você vai acabar engravidando.
Estávamos na piscina juntos. Mamãe estava no jardim, fora do alcance da voz. A coisa favorita do Papai, quando estávamos vestidos ou de trajes de banho, era beliscar ou dar de leve nos meus m*****s por cima da roupa.
Isso me deixava louca. Era como se as pontinhas dos meus m*****s estivessem conectadas ao meu c******s.
— Você sabe o que acontece quando faz isso. — eu disse a ele.
Ele me deu um sorriso malicioso e puxou meus m*****s um pouco mais forte.
— O que você faria se ela nos pegasse? — perguntei.
— Eu não quero magoar a sua mãe. Não é como se eu tivesse planejado isso.
A verdade era que eu também não queria magoá-la. Mas eu queria o Papai, e eu o queria só para mim.
— Com que frequência você transa com ela? — perguntei.
Ele me olhou com olhos chocados.
— Não com frequência. — Ele limpou a garganta.
— E nem uma única vez desde que comecei a f***r com você, porque se eu não pedir, não acontece.
— Se eu engravidar, vou ficar com o bebê. Eu quero um bebê seu.
— Ella, pareeee. Você tem ideia de como isso me deixa duro?
Eu tinha. Também o fazia gozar mais rápido se eu falasse sobre engravidar.
— E a faculdade? Você só tem um ano de curso nas costas.
Dei de ombros. — Vai demorar mais porque não vou querer estudar em tempo integral, mas eu sei que meu papai vai me ajudar.
— Você está falando sério? Você já está...?
— Não. Mas como você disse, é apenas uma questão de tempo.
— A menos que comecemos a usar proteção.
— E o que você vai fazer com toda aquela borracha usada?
— Quero dizer, você vai começar a tomar anticoncepcional.
Balancei a cabeça.
— Você sabe que eu não vou conseguir tirar as mãos de cima de você — disse o Papai.
— Eu sei — sorri.
Debaixo da água, a mão dele deslizou pela frente da minha calcinha de biquíni. Ele gemeu quando me encontrou úmida e pronta.
— Lá dentro. Agora.
Com uma risada, saí da piscina e corri para dentro. Papai não estava muito atrás. Eu estava no meu banheiro, tirando o biquíni molhado, quando ele entrou, fechou e trancou a porta.
— O que eu vou fazer sem você? — perguntou ele.
Você literalmente ocupa minha mente noite e dia.
— Ahhhhh, Papai, você está me deixando molhada — eu sorri.
— Hum. Parece que não consigo tirar minhas mãos de você nem meu p*u de dentro de você.
— Exatamente como deve ser. — Pulei para cima da bancada da pia do meu banheiro e abri as pernas.
O calção de banho do Papai caiu no chão com um baque molhado. Mamãe podia passar horas no jardim, então provavelmente tínhamos tempo de sobra, mas eu não via a hora de tê-lo bem fundo dentro de mim.
Ele me puxou para a beirada da bancada e posicionou-se entre as minhas pernas.
Então ele se ajoelhou. Beijou a parte interna da minha coxa.
— Sua pele está fria. Acho que preciso te aquecer.
Olhei para baixo enquanto ele flexionava a língua e a empurrava para dentro. Era muito menor que o p*u dele, mas a sensação era tão boa. Puxei meus joelhos até as axilas e apoiei os calcanhares na borda da bancada.
— Papai. — A palavra explodiu de mim assim que a língua dele roçou no meu c**t*ris.
Ele olhou para mim e sorriu de lado. Ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Ele lambeu o caminho para baixo até circular minha entrada. Por mais que eu amasse o p*u dele, a boca dele também era maravilhosa.
Ele me penetrou com a língua e gemeu. Provavelmente porque eu estava muito molhada. Minha cabeça caiu para trás e olhei fixamente para o teto enquanto ele me dava toques rápidos e me sugava. Eu não queria que acabasse. Nunca queria que acabasse.
Então o Papai subiu a boca para morder meu c**t*ris. Minhas coxas tremiam enquanto ele brincava comigo, me provocava. Ele me levava para perto, mas nunca me deixava chegar ao limite.
— Papai — resmunguei —. Eu preciso disso.
— Do que você precisa, bebê? — Ele deu beijos gentis no meu c**t*ris.
— Me faz gozar, Papai. Eu preciso disso.
Seus lábios se abriram em um sorriso satisfeito. Então ele sugou meu c******s para dentro da boca. Ele o puxava, dava toques com a língua e finalmente me fez decolar.
Quando meu corpo finalmente parou com os espasmos, ele se afastou com um último beijo na minha b****a e se levantou.
— Agora é a minha vez, princesa — disse ele. — Quero você de joelhos. Quero ver seus lábios esticados em volta do meu p*u.
Abaixei-me até o chão e agarrei o p*u dele. Estava duro e vermelho, e uma gota de lubrificação surgia na ponta. Passei minha língua pela f***a dele, e o Papai gemeu.
— Não lembro da última vez que recebi um boquete.
— Eu amo ter você na minha boca, Papai.
— Mostre-me — sussurrou ele.
E assim eu fiz. Lambi-o da base até a ponta. Suguei a cabeça e passei a língua pelo relevo. Deleitei-me com cada grunhido e gemido. Eu amava dar a ele algo que ele não conseguia em nenhum outro lugar, algo de que ele precisava.
Movi minha cabeça, sugando o corpo do p*u dele até chegar à minha garganta. Tive um pouco de ânsia porque o Papai era maior do que qualquer pessoa que eu já tivesse colocado na boca.
Ele sibilou e empurrou os quadris para frente, fazendo-me ter ânsia de novo. Eu não recuei, no entanto, porque sabia que era bom para ele.
— Vou f***r a sua boca — disse ele. — Me dê um toque se for demais.
Assenti com o p*u dele ainda totalmente na minha boca, quase nas amígdalas.
Papai segurou a parte de trás da minha cabeça com uma mão e curvou a outra sob o meu queixo, inclinando-me no ângulo perfeito antes de bater contra o fundo da minha garganta.
Eu não conseguia respirar e meus olhos lacrimejaram, mas os sons que saíam da garganta do Papai... eu queria aqueles ruídos, eu ansiava por eles.
Pressionando-o contra o céu da minha boca com a língua, eu suguei.
Forte. Ele investia tão profundamente que meu nariz pressionava contra a virilha dele.
— Ella, bebê. Quero que você receba cada gota que eu te der.
Tentei respondê-lo com os olhos, mas minha visão estava embaçada por todas as lágrimas que escorriam deles e desciam pelas minhas bochechas.
— Estou quase lá. Isso. p***a. Me suga com força.
E assim eu fiz.
Ele rosnou. O p*u dele pulsou dentro da minha boca. Tive ânsia quando o primeiro jato atingiu minha garganta, depois engoli como um reflexo. Os músculos da coxa dele viraram aço enquanto ele arqueava as costas.
Finalmente, seus ombros relaxaram. Ele estava ofegante e tirou o p*u da minha boca. Eu também estava ofegante, e ainda excitada.