— É isso que você faz com todos aqueles garotos com quem passa todas aquelas noites? Você os provoca até que percam a cabeça? Será que ele tem ideia da pouca experiência que eu tenho? Será que ele tem ideia do quanto eu quero que ele perca a cabeça, que abra mão desse controle tão rigidamente mantido? Balanço a cabeça. — Não existem garotos. Ele bufa. — Bem, eles com certeza não são homens. — Não. Quero dizer... Não tem ninguém... de jeito nenhum. Ele faz aquilo de novo, de inflar as narinas. Quase espero que ele escave o chão antes de avançar sobre mim como um touro. Estendendo a mão, ele aperta um dos meus m*****s pintados entre os dedos, puxando-o um pouco. Eu arfo, e então gemo. Mais umidade cobre minhas coxas. — Você está dizendo que ninguém provou essa b*******a doce e nua

