— Isso não é nenhum castigo, não é? Eu estava tão perto. Se eu sequer tocasse no meu c******s, meu corpo explodiria. Movimentei meus quadris, abrindo as pernas e inclinando a pélvis para oferecer mais da minha b***a a ele. — Responda-me — disse ele com um último tapa. Meu corpo explodiu de fato. A última palmada acertou diretamente na minha b****a. O prazer-dor me deixou tonta. Eu gani e chorei enquanto meu corpo entrava em convulsão contra a mesa dele. Assim que o orgasmo terminou, a vergonha me pressionou. Eu tinha gozado, não apenas com a raiva dele, mas com as palmadas. Não sabia o que pensar ou dizer. Escorreguei da mesa, caindo de joelhos e baixando a cabeça. Meu olhar estava fixo nos veios do piso de madeira. — Parece que você continua sendo recompensada pelo mau comportamento

