— Deixe-me ver essa bocetinha doce — disse ele. Mesmo ele estando a cento e trinta e cinco quilômetros por hora, encolhi minhas pernas até que meus calcanhares estivessem sobre o assento. Meu vestido naturalmente subiu até meus quadris enquanto eu abria bem as pernas. Papai gemeu e esticou a mão para correr os dedos para cima e para baixo nos meus lábios vaginais. Ele começou a circular meu c******s com o polegar enquanto voltava sua atenção para a estrada. Meus quadris se moveram. Inclinei minha pelve, tentando cavalgar a mão dele. Papai deu uma risadinha e pressionou com mais força o meu c******s. Eu não conseguia acreditar no quanto já estava viciada no toque dele. Recuei e segurei o encosto de cabeça do banco, empurrando meus quadris repetidamente em direção ao toque do Papai. — I

