Meu coração parecia que ia saltar para fora do peito enquanto eu levava as mãos trêmulas ao zíper do Papai. Meu olhar fugiu para a porta, que não estava trancada. — Olhos em mim — disse o Papai. Eu obedeci imediatamente. — Boa menina. Algo dentro do meu peito relaxou e se elevou com o elogio dele. Enquanto eu me sentava mais ereta, como se estivesse orgulhosa, minha mente dizia: "Que p***a é essa?". Por que eu sentia que fazê-lo dizer "boa menina" era uma conquista enorme? E por que eu estava abrindo as calças dele quando qualquer um poderia entrar no escritório? Tantos pensamentos passavam pela minha cabeça enquanto eu o obedecia. Mantive meus olhos nos dele enquanto desabotoava e abria o zíper de suas calças. O mais gentilmente que pude, alcancei o interior e envolvi meus dedos em

