— Você só pode estar brincando comigo — disse meu padrasto, Sawyer, enquanto o carro engasgava e morria ao ser conduzido para o acostamento da rodovia. Meu estômago gelou. Será que ele ia me culpar por isso, já que o carro era meu? Estávamos em algum lugar no Arizona, voltando do Colorado para San Diego. Sawyer abriu a porta, olhou ao redor e a fechou. — Deve estar fazendo uns trinta e dois graus lá fora — disse ele. — Você tem algum sinal de celular? Peguei meu telefone. — Tenho uma barra. — Vamos nós dois tentar ligar para o guincho e ver quem consegue primeiro. — Você tem o número deles? — perguntei. Com um suspiro, Sawyer estendeu a mão pedindo meu telefone. Ele discou o número que devia ter salvo nos contatos dele e me devolveu o aparelho. Nós dois discamos e esperamos. Meu

