Ele pegou o braço dela e o apertou, bravo. — Eu não consegui acreditar, cego por você, achava que era fiel e honesta. Achei que a calcinha era parecida até perceber como ele te olhava. Todo preocupado! — ele disse. — Me solta, está doendo. Eu não fiz nada, juro pela minha vida, esse filho é seu. Vamos para casa, a gente conversa. Eu vou te contar tudo. Conversei com ele algumas vezes, mas eu não fiz nada — ela respondeu. Ele a empurrou de leve, e ela caiu sentada. Ele se levantou e foi andando. Ela foi atrás, pegou em seu braço e implorou para que ele a ouvisse, repetindo várias vezes que o filho era dele e que ela não havia feito nada. Ela se humilhou ao extremo. Ele só a ofendia cada vez mais, dizendo que ela tinha sorte de ele a ter amado, senão ela teria o destino que merecia por tr

