Anya ficou pálida, as mãos suando frio e tremendo. George a viu nervosa e respondeu: — Não precisa ficar nervosa, Anya. Não vou fazer nada com você, nem vou te impedir de ir embora. Quando quiser compartilhar tudo comigo, você me procura. Ela, chorando, perguntou: — E se eu não quiser compartilhar nada com você? — Vou respeitar sua vontade, seu espaço. Já errei muito com você e te fiz sofrer demais, eu não quero brigar — ele respondeu, chateado. Ela balançou a cabeça em concordância. Ele se afastou, e ela entrou no carro completamente fora de si, sem entender a reação dele. Não esperava aquela tranquilidade; imaginava que ele a pressionaria. Apesar de ainda estar triste, sentiu-se um pouco mais aliviada. Laura passou o dia todo com ela e foi embora no fim da tarde. À noite, Anya rece

