O pessoal estava dançando por perto, mas Any nem estava bebendo para não perder a linha. Queria ir embora já fazia um tempo, mas o próximo ônibus demoraria uma hora. Ela ficou inquieta, não conseguiu se divertir muito, estava com a cabeça cheia e tinha medo do que encontraria em casa. Foi para o ponto de ônibus sozinha, que ficava a três quadras do pagode. Giovana queria levá-la, mas ela disse que não precisava e insistiu em não atrapalhar a diversão dela. Any tinha deixado o celular desligado por causa do pai. Já estava escuro, mais de 19h. Any estava andando com a cabeça nas nuvens, super distraída. Um carro diminuiu a velocidade pertinho dela. Ela ignorou, já morrendo de medo e arrependida de ter ido sozinha. Ele a chamou pelo nome, e ela parou e olhou. Era George. Ela se abaixou para

