Any foi pega pela mão, ele se despediu do pessoal e saíram juntos. Any não soltou a mão dele. Entraram no carro, ele a beijou e perguntou se ela estava bem. Any disse que sim. Ele a levou para casa e, ao chegarem, disse: — Não é porque não te procurei que não senti sua falta, você me dispensou, Any, você queria que eu fizesse o quê? — Queria que você ainda fosse meu amigo, só isso, Bruno — respondeu Any, chateada. — Mas eu sou, não? — ele perguntou. Any o beijou e falou: — A gente pode sair sozinho qualquer dia, sei lá? Ele disse que a mãe dele tinha gostado dela e que eles podiam ir para a casa dele qualquer dia. Depois, voltaram a conversar um pouco mais por mensagem, e na faculdade também, mas ele não estava mais carinhoso como antes, não a tocava tanto, não dava selinho, beijo, n

