Ele se afastou e deitou. Any foi indo para cima, falou se arrumando: — E você consegue parar? Porque eu não! Ele estava deslizando suas mãos pelo corpo dela, puxou o cabelo dela, conduzindo-a a beijar. Passaram a noite juntos, foi tudo bem quente, marcante, como uma reconciliação ou uma despedida. Ele aceitou usar proteção sem nem contestar, ele fazia todos os gostos dela sem pensar duas vezes. Dormiram abraçados. De manhã, ele a levou para comer na rua, disse que ela precisava recuperar as energias. Any ficou meio diferente com ele, fria, sem conversar direito. Quando saíram da padaria, Any falou que não deviam ter ficado, que era para ter deixado tudo como estava. Ele sorriu e respondeu: — E você consegue parar? Porque ontem não parava de sentar do jeitinho que eu gosto. Any falou qu

