— Isso parece ser um ótimo conselho — uma voz suave os interrompeu. — Suba e deixe-me decidir se é grave. Tasuki virou a cabeça lentamente em direção à voz familiar e piscou de surpresa: — Você! A Sra. Tully os observava atentamente, curiosa sobre as similaridades entre Tasuki e o paramédico de olhos cor de ametista. Quando o homem estendeu a mão para segurar a mão de Tasuki, para ajudá-lo a subir na parte traseira da ambulância, ela poderia jurar ter visto uma estranha faísca de luz entre os dedos dos dois, pouco antes de se tocarem... interessante. Tasuki parou na porta do veículo e voltou-se para olhar sua avó, sabendo que jamais conseguiria conversar à vontade com ela ali zanzando perto dele. — OK, prometo que ficarei e serei tratado se você sair daqui. Vá para casa que é mais seg

