CAPÍTULO 67 Maria Eduarda Duarte Quietinha dentro do carro, vi como os homens do Don liberaram espaço para que o Maicon dirigisse o Maserati. Acho que nunca fiquei tão calada na vida, porque independente da raiva que fiquei e as coisas que fiz com boas intenções, sei que não fiz certo, atirei em homens da máfia Strondda e ainda fiquei todo esse tempo quase pelada na frente de tantos homens, sem perceber... que vergonha. — Já passou o efeito do álcool? — perguntei receosa, batendo os dedos no painel do Maserati. — Sei lidar com o álcool — respondeu apenas. Fiquei passando o dedo limpando melhor o painel. — Você está com raiva? Agora sem efeito do álcool se estiver com raiva, isso não é bom... — m*l o olhei para dizer essas coisas. — Maria Eduarda, o que conversamos não tem nada a ver

