Boa noite, boa tarde ou bom diaaa pra você que está lendo.😻
Uma explicação rápida aqui pra vocês,nesta história algumas cenas aparecem em duas versões a visão de cada personagem.
Isso acontece porque gosto de mostrar o que cada um está pensando e sentindo no mesmo momento.
Muitas vezes a mesma situação pode ser interpretada de maneiras diferentes, e isso faz parte do desenvolvimento dos personagens.
Então, em alguns capítulos vocês vão ver a mesma cena pelo ponto de vista dele e depois pelo ponto de vista dela. Não é repetição por erro é uma forma de mostrar os sentimentos de cada um.
Porque se vc ver só uma versão,tem algumas pessoas curiosas assim como eu...que vai com certeza querer saber oque o outro sentiu ou pensou.
Então é exatamente isso que estou esclarecendo para todos.
Se você gosta de entender profundamente os personagens, vai perceber detalhes diferentes em cada versão.
Boa leitura!
É isso,Lilihh tá na área!!!☝🏻💜
Quem já tá ansiosa(o) reage ai pra mim ficar sabendo😁
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Meu nome é Maria Vitória, mas conhecida pelo meus conhecidos como Mavi eu tenho 18 anos
Sou uma mulher bem tranquila,não gosto de intrigas muito menos briga mas se vier eu não baixo cabeça porque eu sou mulher não sou qualquer uma não
Moro junto com minha irmã mas velha em uma casa de aluguel a 5 meses estamos morando nessa casa
Faço faculdade de noite,estou a procura de um emprego porque tenho que ajudar minha irmã, nós 2 juntas passamos por muita dificuldade juntas
Mas nunca achei um, não vou desistir tão fácil assim
Minha mãe infelizmente faleceu,quando eu era pequena dizem que foi no meu parto então eu me sinto muito m*l por conta disso
Meu pai eu não conheço, mas minha tia diz que ele não prestava ele fazia e acontecia com minha mãe não faço questão e nem quero conhecer ele
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Meu nome é Lorena.
Eu tenho 21 anos
Moro com a minha irmã, a Maria Vitória. Somos só nós duas, desde sempre. A casa é pequena, alugada, mas é o nosso canto.
Não tem luxo, não tem conforto demais, mas tem a gente e isso sempre foi o suficiente… ou pelo menos eu tento acreditar que é.
Eu Trabalho numa lanchonete desde cedo. Acordo antes do sol nascer, pego ônibus lotado, fico em pé o dia inteiro, sorrindo pra cliente que nem imagina o peso que eu carrego por dentro.
O dinheiro que entra m*l dá pra pagar aluguel, água, luz e comida. Mesmo assim, eu faço render. Faço milagre. Porque alguém tem que segurar a casa de pé.
A Maria Vitória ainda é um pouco nova pra entender certas coisas. Ela acha que tá tudo sob controle. E eu deixo ela pensar assim. Prefiro carregar sozinha do que ver o medo nos olhos dela.
O que ela não sabe… é que o dono da casa tá apertando.
Todo mês é uma cobrança diferente, um aviso mais duro que o outro. Ele fala do atraso como se fosse um crime. Como se eu não estivesse tentando. Como se fosse fácil.
Eu não contei nada pra ela.
Não quero que a Maria Vitória durma com medo de perder o teto. Não quero que ela se sinta um peso. Ela já passou por coisa demais.
Então eu sigo.
Trabalho, sorrio, minto quando precisa. Seguro tudo no peito. Porque ser irmã mais velha é isso engolir o desespero e fingir força… mesmo quando o chão parece que vai sumir a qualquer momento.
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Maria Vitória:
Eu tava sentada no sofá, mexendo no celular sem nem saber o que eu tava procurando. A casa tava quieta demais, daquele silêncio que pesa. Quando a Lorena chegou do trabalho, dava pra ver no rosto dela o cansaço que ela tenta esconder todo dia.
Eu respirei fundo antes de falar.
— Lore…
Ela olhou pra mim, largando a bolsa.
-- Oque foi, Mavi?
Meu coração batia rápido.
— Eu tava pensando… eu quero procurar um emprego. Pra ajudar dentro de casa.
Ela tentou disfarçar, mas eu conheço minha irmã.
-- Você não precisa disso.
ela disse.
— Eu dou um jeito.
Levantei do sofá e fui até ela.
— A gente mora juntas. Não é justo você carregar tudo sozinha. Eu não sou mais criança.
Ela ficou quieta. E o silêncio dela dizia mais do que qualquer resposta.
Tentei aliviar um pouco.
— A vó ligou hoje.
Lorena me olhou na hora.
— A vó?
Assenti.
— Lá de fora. Ela disse que tá com saudade… e que vai mandar um dinheiro pra gente.
Vi os olhos da minha irmã marejarem, mesmo ela tentando segurar.
— Isso já ajuda…
ela murmurou.
Cheguei mais perto e abracei ela forte.
— Vai dar tudo certo, Lore. A gente sempre deu um jeito.
Enquanto eu falava aquilo, queria acreditar de verdade.
Porque no fundo, eu sentia que aquele dinheiro não ia resolver tudo. Que aquela conversa era só uma pausa antes de algo maior acontecer.
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𝘼𝙙𝙞𝙘𝙞𝙤𝙣𝙚 𝙣𝙖 𝙗𝙞𝙗𝙡𝙞𝙤𝙩𝙚𝙘𝙖 𝙢𝙖𝙧𝙖𝙫𝙞𝙡𝙝𝙤𝙨𝙖𝙨(𝙤)