MORGANA FOSTER Depois de, literalmente, fugir de Ryan. Subo as escadas correndo para o meu quarto. Sinto a minha perna cobrar um pouco assim que paro em frente a porta. Minha respiração está ofegante. Meu corpo inteiro formigar com os vestígios seu toque. Emanando de mim. Respiro devagar contando até 10 mentalmente. Giro a maçaneta da porta do meu quarto e me encosto na porta, deslizando até o chão com a mão sobre o meu peito. Cada vez que ele me tocava, mesmo que de forma distraída e despreocupada meu coração palpitava e tinha uma reação realmente audível. Estar perto dele sempre me causava arrepios e me deixava nervosa mesmo quando eu estava encorajada, claro, não nas ações simples do dia a dia. Mas nas ações em que exigiam que ele estivesse muito perto ou que ele me tocasse. Isso fazi

