Sem dizer mais nada, ela foi embora e eu cerrei o queixo, bebendo água como se fosse um copo de álcool. Com suas palavras passando pela minha cabeça, eu a odiava cada vez mais, porque mais uma vez ela me deixou sem discussões e me atacou por causa das minhas fraquezas.
Tentei clarear a mente quando me aproximei de Catarina para evitar retroceder e descer até o nível dela, agarrando-a pelos cabelos. A primeira coisa que Catarina fez após me contar sobre sua rotina de treinamento foi:
— Você tem uma amiga muito safada, caso não saiba.
Franzi a testa e olhei para ela, confusa.
— Quem? Você?
— Não! — disse, assustada. Ela! — Ela apontou o queixo para alguém além de mim, em direção a onde Jasmim estava na escalada. Notei que Lais estava pairando por perto, ela parecia uma víbora olhando para todos os lugares e então atacando o exercício, eu a daria alta, eu só tinha que encontrar uma desculpa.
— Por que você chama Jasmim assim? — Perguntei, um pouco ofendido porque meu outro amigo estava ofendendo.
— Ela beijou Augusto!
Franzi os lábios, não era como se eu não soubesse, mas não conseguia defender Augusto de tudo sabendo como ele era.
— Tem certeza de que foi ela? — Perguntei, levantando uma sobrancelha.
Catarina parecia ofendida.
— O que você está insinuando?
— Você sabe como é Augusto — eu deixei escapar.
Ela balançou a cabeça.
— Ele me disse que isso não aconteceria novamente — ela respondeu.
Ela tinha certeza de que essa era a desculpa esfarrapada para alguém que não tinha outra fuga quando o pegaram em flagrante.
— Tanto faz — Catarina disse diante da minha expressão e me mostrou a mão onde brilhava uma joia branca.
Ah, FODASSE.
Ele a pediu em casamento e olhei para ela incrédulo.
— Você não está somente dizendo que ele te traiu? —Eu deixei escapar.
— Ela pulou em cima dele — disse Catarina, defendendo cegamente seu homem —, e ele me deu um anel para me mostrar que não era nada sério.
— Deixe-me entender isso — eu disse, levantando ambas as sobrancelhas —, você o perdoou e concordou em se casar com ele?
—Sim.
franzi os lábios.
— Você não vê isso como se ele só quisesse que você esquecesse disso? — Perguntou.
Ela olhou para o chão e balançou a cabeça.
— Não sei, só sei que quero que você seja minha dama de honra — ela olhou para mim novamente. — Não está feliz por mim?
— Sim, obviamente estou, mas, amiga — pisca muitas vezes —, você tem certeza de que é isso que você quer? Não quero ver você infeliz pelo resto da vida.
— Isso me deixa feliz. — Ela garantiu.
— OK. — Eu disse, sabendo que era uma guerra perdida. — Então, estou feliz por você.
Eu discordava veementemente disso, mas foram decisões dela, não minhas, por mais que me doesse vê-la sofrer. Ela sorriu para mim.
— Obrigado.
Fomos até a área de simulação para praticar tiro quando, de repente, senti alguém agarrar meu pulso. Virei-me incrédulo e encontrei o olhar do Capitão Chances.
— Comandante, Bem, podemos conversar? — Ele perguntou, parecendo preocupado, suas mãos estavam frias.
A raiva passou pela minha cabeça, eu queria reclamar com ele sobre muitas coisas que Lais me contou, mas parecia tão diferente que me contive.
— Ok. — Eu disse, chocada, sem entender o que estava acontecendo, pensando que talvez Lais também tivesse visto algo ou me contasse algo sobre Isa.
Ele parecia muito sério quando me soltou e caminhou até o fundo do vestiário, onde estávamos escondidos entre os armários.
Ele parou e eu também, olhei para ele um pouco confuso.
— O que está acontecendo?
Seu olhar de olhos cinzentos fixou-se no meu.
— Falei com Cleber. — Ele deixou escapar como se quisesse me censurar por alguma coisa.
Eu olhei para isso da mesma maneira.
— E eu com Lais — respondi lembrando o que ela ousou me dizer —, você sabe o que a garota estúpida está dizendo? Que você ama Isa e é por isso que você não a tira da missão.
Ele levantou uma sobrancelha.
— Eu não retiro porque seria uma despesa para nós mover um avião inteiro para duas pessoas — ele deixou escapar. Muito menos quando a missão de amanhã está tão próxima.
— Então, por que você ainda está com ela? — Eu respondi, — termine!
Ele me agarrou pela nuca, olhando para mim com o maxilar cerrado.
— É você que eu amo.
Minha boca ficou seca, meu coração batia descontroladamente com a proximidade dele.
— É ela quem pega sua mão — refutei — e acredita que tem o direito de fazê-lo.Você tem
Ele deu um passo em minha direção, com os olhos deslizando pelo meu rosto.
— Eu não te trouxe aqui para falar sobre ela, Dominique.
— Bem, adivinhei? Respondi com raiva. — Eu não me importo, não sou seu jogo e nem sua prostituta. Estamos certos ou esqueça de mim, Capitão Chances.
Ele me olhou com um olhar de fúria e eu o encarei.
— Se tornou covarde?
Dei um passo em direção a ele, esperando pela sua resposta.
— Tenha cuidado com o que diz, Comandante Bem.
— Vai fazer o que, Capitão Daniel Chances?
Deixei no ar a pergunta enquanto minha tensão explodia e a boca dele queria a minha. Ele não pensou duas vezes, me jogou no armário, tirou minha blusa com fúria e chupou meus p****s.
Daniel Chances.
Minhas mãos estavam em sua cintura enquanto minha boca descia até seus s***s; seus m*****s completamente eretos me acolheram enquanto ela se arqueava e gemia por mais, suas mãos acariciando meu cabelo e se entregando completamente a mim sem nem hesitar em se jogar no prazer de nos fundir em um. Essa mulher me deixava louco, não me lembro como era a vida antes dela, escura, vazia, patética, agora meu mundo parecia não processar um lugar onde ela não estivesse lá e onde eu pudesse em algum momento me fartar de seu corpo.
Desde que a conheci, sempre foi assim.
Minha vida foi dividida em antes e depois dela.
Ninguém conseguiu me cativar dessa forma como Dominique Bem fez.
Minhas mãos foram até as leggings dela, puxando-as para baixo com a calcinha, e ela terminou de tirá-las ao mesmo tempo em que me incentivou a tirar a camisa. Eu a tirei, deixando-a em algum lugar no chão. Por estar no meio dos armários, não era o mais seguro, mas a emoção não podia esperar, se eu não tivesse agora eu ia desmaiar. Minha mão foi até sua virilha entre seus lábios inferiores e estremeci ao descobrir o quão molhada ela estava e pronta para mim. Ela se agarrou aos meus braços enquanto suas pernas tremiam e sua boca era uma canção de gemidos em meu ouvido que me excitava mais a cada segundo quando comecei a fazer círculos em cima de seu c******s latejante e quente.
— Quero provar o quão molhada você está para mim, pequena sereia — murmurei e me ajoelhei na frente dela, peguei uma de suas pernas para colocar sobre meu ombro para poder ter melhor acesso a ela.
Minha língua a provou e eu a senti estremecer, seus quadris se contraindo contra mim enquanto eu agarrava sua b***a redonda para impedi-la de se mover e a comia inteira, movendo minha língua por toda sua área sensível, saboreando seu rico sabor. Segurei a outra perna dela no meu outro ombro para que agora estivesse completamente aberta diante de mim e me levantei para segurá-la contra o armário enquanto continuava a prová-la impiedosamente. Ela segurou minha cabeça sem agora encontrar onde se segurar, sem parar de ofegar. Jogue a cabeça para trás ao mesmo tempo em que ele podia revirar os olhos e começou a tremer.
— Merda —ela engasgou e cobriu a boca para não gritar, mas era impossível—, Merda! Ah!