CAPÍTULO 20

1298 Words
Dominique Bem. Estava muito quente. Pisquei algumas vezes de volta para a realidade de onde eu estava. Este era o meu quarto, os braços estavam ao meu redor, segurando por trás e cobrindo o meu corpo como se eu não quisesse escapar, uma respiração profunda foi ouvida acima da minha cabeça e algo tão duro quanto uma pedra pressionou minha parte inferior das costas. Sorri um pouco, lembrando-me da noite anterior, e olhei para aquelas tatuagens que cobriam seus braços, sabendo que era ele, aquele cheiro característico que me envolvia e me fazia subir ao céu. Devo ter ficado com remorso, mas por que não senti nada além de completa paz e satisfação nos braços de alguém que não era meu namorado? Desta vez, não foi um sonho. Ontem à noite foi como ter revivido depois das cinzas de uma guerra. Eu não tinha que olhar para o relógio digital para saber que era 5 da manhã. Sempre me levantei naquela hora todos os dias, eu já tinha um despertador na minha cabeça, bocejei um pouco e mudei lentamente para que o capitão Chances não acordasse para que eu pudesse ficar longe de seu aperto, mesmo que ele realmente quisesse ficar aqui, mas o desejo de fazer xixi me bateu. Depois de tanto tempo a ligação que não parecia desaparecer entre nós ainda me parecia incrível, talvez por esta razão não queria e ceder aos meus desejos, porque sabia que seria como tentar novamente aquela doce droga que uma vez deixei, o melhor que já conheci na minha vida, que me fez sentir viva novamente. Minha cabeça doía um pouco, embora eu não tivesse bebido tanto ontem à noite. Quando saí de seus braços, ele m*l se mexeu um pouco, mas permaneceu dormindo. Olhei para ele por um momento, com os olhos fechados naqueles grossos cílios escuros, o rosto tão descansado e vulnerável que parecia mais jovem, os lábios com aquela forma perfeita ligeiramente rosada, o cabelo caindo em mechas claras em direção à testa e ao corpo. O corpo dele foi espetacular, m*l coberto com um pequeno lençol e que… aquela anaconda acorda indisfarçado e impressionante ereção manhã isso apontou um frio em direção ao estômago fez minha boca ficar água, mas tive que parar de olhar para ele assim, caso contrário eu ia acordá-lo com meu olhar assediador. Peguei meu roupão de seda para colocá-lo e enrolei-o em torno da cintura para cobrir meus nus e fui para o banheiro. Tudo ainda estava na escola, eu pensei que Jasmim não tinha vindo de seu encontro com seu ex, tinha certeza de ter oito horas para se vestir, então eu ia ter tempo. Tomei um banho, lavei a boca e saí para beber um pouco de água enquanto fazia café, observando meu reflexo no micro-ondas; chupões leves ao redor do meu pescoço e salientes do meu peito, mordi meus lábios lembrando quem os fez para mim. Definitivamente, foi a melhor noite em muitas noites. Com o Cleber, ele estava bem, mas o Chances era Deus. Isso me deixou pedindo mais do que o quão incrível eu estava com ele, me senti sexy e livre, sabia onde me tocar, sabia o que gostava, sabia como me fazer gritar de êxtase. Isso foi tão r**m… Mas eu evitaria pensar nas razões pelas quais estava errada, era minha decisão e eu assumiria até que essa manhã fantasiosa terminasse. Eu servi dois cafés fumegantes e voltei para o quarto. O capitão abriu os olhos como se o som da porta o tivesse acordado, passando a mão sobre a cabeça. Ele parecia tão doce e sexy quando estava acordado, com cabelos mexidos e olhos levemente inchados. — Bom dia! — Sussurrei e sentei-me na cama para lhe dar a caneca de café que lhe trouxe. Ele sorriu um pouco, aceitando-a, mas sem tirar os olhos de mim. — Bom dia, Dominique. —murmurou com uma voz rouca ligeiramente sonolenta, havia esquecido o som da sua voz quando acordou, foi bastante sedutor, senti as minhas bochechas quentes. Ele tomou um gole de seu café e continuou perguntando: — Dormiu bem? — Sim, embora eu sinta que não quero sair — admiti, deixando ir um suspiro e tomei o café no meio do caminho, sentindo como o líquido começava a descer pela minha garganta. — Você não precisa se você não quiser — ele respondeu, bebendo um pouco mais de seu café. Eu sorri um pouco. — Hoje vamos numa excursão novamente, capitão — lembrei —, não posso atrasar-me se não quero problemas com os patrões. Ele terminou de beber seu café e veio até mim para deixar a xícara na mesa de cabeceira. — Oh, você já está com problemas — disse ele. Eu franzi a testa sem entender, mas vendo uma ligeira travessura em seu olhar. — Por quê? Ele olhou para mim, ele estava muito perto de mim, me deixando um pouco nervoso. Esse homem sempre conseguiu fazer meu cabelo ficar de pé. Percebi que seu olhar estava um pouco mais escuro quando ele respondeu em um sussurro: — Por que não estou usando calcinha, ou estou enganada? Sua mão escorregou pela minha perna em meu roupão e, com completa imprudência, acariciou minha barriga enquanto seus dedos se abaixavam para meus lábios inferiores. Fiquei tenso imediatamente, sentindo todo o meu corpo aquecido por seu toque impertinente e inesperado. Mas por que mentir? Eu adorei. — Não, me engano — sussurrou e aproximou-se um pouco mais de mim para que ele ficasse mais adequado para deslizar os dedos pela minha a******a enquanto a boca escovava a minha mandíbula. Eu ofeguei, sentindo minha respiração começar a ficar fora de controle e eu olhei para ele, mordendo meus lábios. — Capitão, você é uma máquina bastante — sussurrei em um gemido, ele pegou minha xícara de café com a mão livre e colocou na mesa de cabeceira. As pontas dos dedos passaram pela minha entrada novamente e eu estremecia, sentindo que eu ia desmaiar, do prazer e da febre que me inundaram em questão de segundos. — Abra mais as pernas, Comandante Bem. — Sussurrou no meu ouvido para depois morder o lóbulo do meu ouvido. — Vou levá-la para o céu. — O que pedir? — Gemi num sussurro. — Capitão. Abri ainda mais minhas pernas inclinando-me para trás para deitar no peito quando dois de seus longos dedos entraram em mim, mordi meus lábios para evitar gritar, mas era impossível quando ele começou a mover os dedos rapidamente, puxando-os para fora e impiedosamente empurrando-os, meus quadris se movendo e contraindo sem qualquer saída. Abri os olhos pela metade e meu olhar extático cruzou seus olhos escurecidos, seu rosto levemente avermelhado mordendo seu lábio inferior enquanto me observava contorcer com prazer. Então ele se inclinou, enfiando os lábios nos meus, beijando-me como só ele sabia como fazer; devorando-me e deixando-me sem fôlego, pedindo mais enquanto sua língua brincava com a minha, ele sentiu que estava perto, ele estava no limite, cheio de calor. Ele se separou, seus lábios se esfregando contra os meus. — Merda. MERDA! —suspirar sobre a boca. — Não segure, Bem, me dê tudo. Ele começou a contrair as pontas dos dedos dentro de mim, fazendo-me sentir como se eu estivesse no meu p*****g, ao mesmo tempo que pressionou o c******s com o polegar em círculos de luz em cima do meu c******s. — Ah! Chances! AH…! — Atualmente, não consegui parar de gritar. Senti que não conseguia me segurar, minhas pernas tremiam e minha barriga se contraía no orgasmo intenso que me causava ao encharcar minhas pernas em um jato de água expelido sem piedade. Minha respiração é um desastre. Porra, a última vez que fiz algo assim foi precisamente com ele e adorei.
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