CAPÍTULO 35

1548 Words
— Ei! Devo chamar a polícia? Perguntou o taxista, preocupado. — Não precisa. Sou capitão-general e ela é uma comandante que só gosta de quebrar as regras, respondeu Capitão Chances, mostrando-lhe o distintivo em sua mão e guardando-o no bolso. O taxista pareceu ligeiramente intrigado, mas não disse mais nada; somente se afastou. — Me solta! Gritei para Santiago enquanto ele me carregava até o automóvel dele, que havia estacionado na beira da estrada. — Vou te levar, retrucou ele, irritado. Não vou deixar um taxista com cara de sádico te levar, muito menos com esse vestido, sabendo que você não está usando calcinha nenhuma por baixo e está bêbada. — Não estou bêbada! Retruquei, mas sabia que tinha bebido demais. Ele abriu a porta e me colocou no banco da frente. Apertou meu cinto de segurança e depois o fechou. Cruzei os braços, me sentindo uma garotinha m*l-humorada. Ele entrou, batendo a porta com tanta força que pensei que fosse quebrá-la. A veia em sua testa estava saliente, seu maxilar cerrado. Acho que o irritei; mas eu também! — Você está bêbada, retruquei. Você fede a uísque. — Não está bêbada o suficiente, disse ele, ligando o automóvel e começando a dirigir. — Eu estou dirigindo! Retruquei, evidentemente naquele momento, quando eu estava muito bêbada, achando que fazia todo o sentido que ele não estivesse dirigindo, mas eu. — Você vai ter que sentar em cima de mim, respondeu ele com um toque de ironia na voz. — Chega para lá, exigi. — Não, respondeu ele. Desfiz o cinto de segurança. — Coloque o cinto, Dominique, retrucou Capitão Chances. — Não, eu estou dirigindo, retruquei, começando a me mover em direção ao seu assento. Você acha que, por ter um p*u grande, pode me dominar? Não! Capitão Chances não teve escolha a não ser desviar e parar no que parecia ser uma área rochosa cercada por muitas árvores. Sentei-me em cima dele no banco e tentei manobrar e pisar no acelerador. No entanto, percebi depois de alguns segundos que o automóvel estava desligado e que, além disso, eu estava sentada em cima do Capitão Chances. Minha b***a nua era pressionada contra sua ereção dura, seu peito subia e descia com força atrás de mim, suas mãos vagavam em direção às minhas pernas nuas, começando a se mover para cima em uma carícia lenta e tortuosa que me deixou quente em questão de segundos devido ao calor interrompido do cassino. Eu podia sentir seu hálito quente no meu pescoço, me deixando tensa com os milhares de sensações que ele provocou em mim em somente alguns segundos. — É isso que você queria, querida? Ele perguntou. Andar no meu automóvel? Engoli em seco ao sentir sua respiração no meu pescoço. O que havia de errado comigo? Segundos atrás, eu estava com raiva e agora não conseguia me lembrar por quê. Suas mãos, que estavam nas minhas pernas, subiram pelos meus quadris, pelo meu tronco e pararam nos meus s***s, apertando-os. Gemi, sentindo meu corpo inteiro esquentar, e comecei a mover meus quadris contra ele lentamente, esfregando gando.gando-me contra a ereção embaixo de mim. — Merda, querida. Você sempre me deixa louco, respondeu ele, com a respiração ofegante. — Não deveríamos fazer isso… Murmurei ofegante, mas não havia nada no mundo que pudesse impedir o balanço dos meus quadris contra suas calças, prestes a explodir. Eu me sentia tão excitada que não me importava com o lugar, a hora ou com a minha consciência pesada. Eu só queria que ele me fizesse dele. — Mas foi você quem me montou sem calcinha, como ousa? Disse ele com a voz rouca no meu ouvido. E agora você vai enfrentar as consequências de desafiar seu mestre. Ele mordeu o lóbulo da minha orelha e eu revirei os olhos, sentindo meu corpo inteiro estremecer… Jasmin. As luzes de cores diferentes ao nosso redor me fizeram fechar os olhos enquanto pressionava meu peito contra o de Julio, suas mãos em meus quadris acompanhando meus movimentos, suas mãos nas minhas, sua boca a centímetros da minha, onde respirávamos o mesmo ar. Levei a mão ao seu rosto, acariciando a barba rala em seu rosto, e pressionei meus lábios nos dele. Ele retribuiu enquanto nos derretíamos na música. Abri os olhos levemente ao ver Augusto atrás de nós, seu olhar sombrio fixo no meu. Seus olhos verde-oliva se destacavam nas luzes enquanto ele dançava com Catarina (que estava de costas para mim). Ele me observou beijar Julio Cesar. Sustentei seu olhar, continuando a beijá-lo, e soltei um pequeno suspiro quando Julio deslizou seus lábios pelo meu pescoço. Eu não estava mentindo quando me interessei por Augusto na primeira vez que o vi. Ele era um homem muito alto e musculoso, de pele morena e lindos olhos verde-oliva. Todos os hormônios do meu corpo estavam à flor da pele. Eu também conseguia ver os olhares que ele me lançava quando a namorada dele estava distraída. Mas quando vi o Vice-Almirante Júlio, ele me cativou ainda mais. Um homem mais velho que eu, completamente sexy, bonito e sedutor. Seu olhar, seus olhos claros fitando os meus, prometia me levar ao paraíso esta noite, e era disso que eu precisava: ser levada ao êxtase, e Augusto, com a namorada pendurada no pescoço a noite toda, não conseguiria isso. — Você quer subir? Júlio César sussurrou no meu ouvido antes de morder o lóbulo da minha orelha, causando arrepios pelo meu corpo. Continuei olhando para Augusto quando assenti e disse: — Claro. Deixe-me ir ao banheiro primeiro. — Vou alugar o quarto, ele prometeu. Havia vários quartos para alugar acima do cassino, e a urgência em mim era tão grande quanto a que eu sentia no Vice-Almirante Júlio César; nós dois precisávamos acabar logo com aquilo. Sorri como única resposta, sentindo meu corpo esquentar, e então fui ao banheiro, usar a cabine e lavar o rosto. Quando saí, me vi cara a cara com Augusto. Ele não precisou dizer nada, seus olhos verde-oliva fixos em mim, meu peito subindo e descendo enquanto eu me sentia como um caçador caçando sua presa. Ele me puxou de volta até que estivéssemos em uma das cabines e então devorou ​​minha boca com a sua em um beijo que me deixou sem fôlego. Tive que me segurar em seus ombros para não cair com as sensações que ele começava a criar em todo o meu corpo. Este homem beijava ainda melhor que Julio. Pressionei meus quadris contra os dele e descobri que o que havia dentro de sua calça também parecia maior e mais grosso… Definitivamente, não estava errada em ficar de olho nele primeiro. — Você estava tentando me provocar? Você estava me deixando louca, ele sussurrou em meu ouvido enquanto mordia meu lóbulo e continuava beijando meu pescoço. Suas mãos se moveram para o decote do meu seio, perto dos meus m*****s eretos. — Onde você deixou sua namorada? Sussurrei roucamente enquanto me arqueava contra ele. — Lá fora, então isso tem que ser rápido, murmurou Augusto, depois se afastou de mim, me deixando sem fôlego. Você quer ou não? Envolvi meus braços em volta do pescoço dele e o beijei novamente em troca. Eu não devia nenhum respeito à namorada dele; ela nem era minha amiga; era ele quem devia respeito a ela, e, cara, ele estava desrespeitando-a agora… Eu não conseguia acreditar que era a primeira vez que ele fazia isso. Ele abriu o zíper da braguilha, tirando o p*u da calça. Era de bom tamanho, maior do que eu pensava. Ele tirou uma camisinha do bolso e a colocou enquanto eu observava, mordendo o lábio. De repente, houve uma batida forte na porta do cubículo. Augusto! A voz de Catarina do outro lado nos deixou tensos. — Shhih… ela me pediu para não dizer nada enquanto rapidamente ajeitava as calças. Porra, agora ele estava em sérios apuros. — Eu sei que você está aí dentro, consigo ver seus pés, Catarina deixou escapar. Não tivemos escolha a não ser sair do cubículo. Catarina tentou me dar um soco na cara, mas eu a bloqueei com meus braços quando ela investiu contra mim. Ela ainda conseguiu raspar a lateral do meu rosto, e Augusto a puxou de volta. Eu realmente não queria responder agressivamente porque ela já parecia destruída o suficiente. — Como você pôde? Catarina gritou com Augusto, e com ela! Você não vê que ela é uma prostituta? Certo, eu não ia ficar aqui ouvindo eles me chamarem assim. — Vou embora, eu disse. — Não, você não vai embora! Catarina retrucou, segurando meu braço, mas eu me afastei, pronta para bater nela se ela quisesse me trair de novo. — Ei, eu não te devo lealdade. Resolva isso com ele, eu soltei. Além disso, nós não fizemos nada. Catarina me olhou com raiva, os olhos vidrados. Sim, eu já fui assim, aquela que os homens continuavam traindo. Agora eu era aquela garota durona que não se importava com ninguém. Senão. ‍‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌‌
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