CAPÍTULO

1021 Words
Olhei para ela, mas depois me virei para sair do banheiro. Pensando bem, talvez não fosse tão divertido mexer com alguém que tinha namorada. Achei que seria mais excitante fazer o que fizeram comigo, mas… não me senti nada bem. Quando saí da área da boate, olhei para o Vice-Almirante Julio, alheio a tudo o que havia acontecido. Aproximei-me dele, beijei-o, peguei sua mão e entramos no elevador. Ele não perdeu tempo, inclinou-se em minha direção, devorando minha boca, e eu retribuí, sentindo a bebida me causar um caos e meus hormônios à flor da pele agora mais do que nunca. Não, como eu poderia comparar Augusto a Julio César? Julio Cesar realmente sabia onde tocar; ele não tinha pressa e era impressionante, tocando e agarrando onde queria, aumentando minha excitação. Quando chegamos ao quarto, me afastei por um momento para recuperar o fôlego; estava muito tonta. — Deixa eu ir ao banheiro, eu disse, começando a tirar a roupa na frente dele. Estou morrendo de calor. Seus olhos claros escureceram um pouco quando me viu completamente nua. — Você gosta do que vê? Perguntei. — Sua pele bronzeada me deixa louca, ela sussurrou com a voz rouca. Sorri para ela e, sem dizer mais nada, entrei no banheiro e liguei o chuveiro, deixando a água fria me fazer sentir menos miserável pelo que fiz minutos antes. Mas o olhar de Catarina realmente me fez me ver refletida no passado e em todo o dano que meu ex-parceiro me causou, agarrada a alguém que realmente não se importava comigo. Eu estava ferrada e não tinha me curado, mas tentaria me curar em outros corpos esta noite. Ouvi seus passos e, através do vidro transparente, vi o Vice-Almirante Julio Cesar se despindo, deixando seu torso espetacularmente tonificado exposto. Ele não tinha nenhuma tatuagem. Quando ele abaixou a cueca e revelou o que havia escondido, minha boca ficou seca. Hum, sim, bom o suficiente para aproveitar bastante. — Você gostou do que viu? Ele perguntou, sabendo muito bem que eu era um espetáculo para ser visto. — Claro, General, respondi, terminando de esfregar o sabonete nos meus s***s, encorajando-o a entrar. Notei uma cicatriz pronunciada em seu abdômen. Parecia antiga, mas bastante séria. Ele estava somente deslizando a camisinha por toda a extensão do seu m****o. — O que aconteceu com você…? Perguntei. No entanto, assim que a porta de vidro se fechou, ele me agarrou pelos braços e, em uma manobra simples, me prendeu contra a parede, roubando meu fôlego. Ele se inclinou para que sua boca roçasse minha orelha. — Sem perguntas, Sargento, ordenou. A excitação que eu sentia por ser mandada e agarrada daquele jeito era tudo menos normal. — Ao seu comando, general, sussurrei, impressionada. — Eu gosto de sexo violento, ele começou a mordiscar a pele do meu pescoço, e você? Eu estremeci. — Vivo, dominante, submisso? Perguntei, sem entender, se ele era do tipo que gostava de sadismo. — Não, ele respondeu, rude, onde nós dois podemos nos matar de prazer. Arqueei-me em sua direção e, quando virei a cabeça, ele me beijou. Retribuí o beijo e o soltei, pulando sobre ele, sentindo-o enorme. Ele era um homem muito maior do que eu em todos os sentidos. Minhas pernas envolveram sua cintura e ele devorou ​​minha boca enquanto penetrava minha a******a completamente molhada e me penetrava. Engoli em seco, jogando a cabeça para trás enquanto ele me penetrava, fazendo o som da nossa pele e da água ecoar por todo o quarto. Não demorou muito para que ele me levasse ao êxtase e finalmente me fizesse esquecer de absolutamente tudo. Augusto. Catarina saiu para o estacionamento. Seu rosto estava cheio de lágrimas. Me senti péssima por ele ter descoberto sobre mim. Isso nunca havia acontecido comigo antes, mas a verdade era que eu nunca a havia traído. — Como você pôde? Perguntou Catarina, virando-se para mim, com a maquiagem escorrendo pelo rosto. — Nós não fizemos nada, menti, embora não fosse inteiramente mentira; o que beijos poderiam significar? Catarina riu ironicamente. — Como posso acreditar em você se você estava no banheiro com ela e eu vi você olhando para ela a noite toda? — Ela me repreendeu. A verdade era que eu não conseguia esconder o quão atraente ela achava, e o jeito como ela sorria — ainda mais quando parecia desviar sua atenção de mim para o Vice-Almirante Júlio César — estava começando a me deixar louco. Eu não conseguia me lembrar de uma vez em que traí Catarina; eu estava sendo bom com ela, mas desde que conheci Jasmin, ela parecia me surpreender e roubar completamente minha atenção. — Eu posso olhar, eu disse, mas não tocaria em ninguém além de você, querida. — Você é uma mentirosa. — Querida, dei um passo em sua direção, eu quero me casar com você. Nós temos um futuro. Eu já tinha comprado o anel. Eu tinha quase certeza de que ela era a pessoa que eu queria para o meu futuro, caso contrário eu simplesmente não teria pedido para ela ser minha namorada. Este foi… um momento de loucura. — Eu estava bêbado, estou muito bêbado, tentei me justificar, mas ela apertou os lábios. — Por que eu me casaria com você se você não respeita meu rosto? — Ela retrucou. — Ok, o que você quer ouvir é que eu gosto dela? Eu gosto dela, ela chama minha atenção, mas eu te amo, eu quero me casar com você, eu disse abruptamente. Eu fui um i****a esta noite. — Sim, você foi!, ela retrucou, sem um pingo de vontade de me perdoar. Eu podia ver claramente que ela ia me deixar. Eu não podia permitir. Lambei os lábios e tirei o anel do bolso para mostrar a ela. Ela ficou chocada. — Eu ia te dar em um momento melhor, mas só para você saber que não estou mentindo quando digo que te amo, deixei escapar, vou me trocar, juro que não vou mais te ver. Catarina cobriu a boca com a mão e a levantou em minha direção. Coloquei o anel nela.
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