CAPÍTULO 16

1688 Words
Ele ia sabotar a minha relação. — Sim. — Eu disse, forçando um sorriso com o meu olhar fixo no Capitão Chances —, é claro que você recebeu. — Eu me voltei para Cleber — foi com amor, por isso eu te amo tanto. Espero ele se sentar e se incline na minha direção, colocando uma mão em seu peito forte e uma atrás da cabeça para dar um beijo profundo nos lábios, sabendo muito bem que o capitão Chances nos viu. Aproveitando-se de ser suave, lento e sensual, parei de beijá-lo com um sorriso suave. Percebendo sua respiração agitada e virando-se para a frente, o Capitão Chances tinha um rosto vermelho, ou humor havia saído de seu rosto, como sei que, a qualquer momento, virou fumaça de suas orelhas e lançou chamas azuis de seus cabelos. — Acho que não está sentado uniformemente — O Capitão Chances comentou depois de um momento para forçar um sorriso que ele não viu, olhos a olhar para Augusto e Cleber—, ele ia se distrair. — É altura para relaxar, casal — comentei sem me importar que as minhas palavras caíram fortemente sobre ele porque ele havia vindo sozinho. — Não, o Capitão Chances tem razão — disse — Augusto, tem de ter toda a concentração à mesa para ganhar, sabe como é bom o Capitão Chances? Todo mundo ouviu Augusto se levantar, eu fiquei parada no meu assento, segurando a respiração e mordendo a língua para a maioria que concordou em se mudar devido à reivindicação do Capitão. E, claro. O homem, muito infeliz, aproveitou a oportunidade para se sentar ao meu lado, como se esse tivesse sido o seu plano desde o início. Seu cheiro intenso inundou minhas narinas e me fez mover no meu assento quando senti minha barriga contraída. Eu olhei para qualquer outro lugar, observando que Cleber ficou entre Augusto e Catarina, eles não tinham ideia do que estava acontecendo deste lado da mesa. A primeira rodada foi rápida, com poucas apostas e, claro, o capitão venceu. — Uau, acho difícil acreditar que alguém é melhor do que Dominique no pôquer, disse Cleber espantado quando trouxeram as bebidas e começamos a próxima ronda de apostas. — Acho que chegam a igual —Catarina comentou. Minha mente foi quando jogamos na missão, eu acho que realmente foi a primeira vez que alguém conseguiu me superar. — Admito que o Capitão Chances me ganhou uma vez — eu disse, colocando minha aposta na frente —, claro que ele não queria óleo ou meu dinheiro depois… — Eu discuti e depois o Capitã comentou sobre a sua surpresa tão baixo que duvidava que alguém tivesse ouvido, e de repente senti como uma mão na minha perna debaixo da mesa com total imprudência. Eu fiquei completamente tensa e parei de respirar enquanto sentia o peso de sua mão como se estivesse queimando fogo, perfurando o tecido fino de minhas meias finas, minha respiração ficando fora de controle. Oh, merda, oh, merda. O calor a inundar a minha barriga com aquele simples gesto. Quando a mão dele começou a subir a minha perna, levantando um pouco o tecido macio e fino do meu vestido, eu dei um tapa nele e o ouvi rir de volta para pegar seu uísque. Minha respiração e meu coração foram deixados no caos por seu toque simples e leve. O infeliz sabia o que estava fazendo; conhecia o efeito que eu tinha em mim. É claro que eu havia coletado mais tarde, eu me lembrei do sabor doce na minha boca quando estávamos trancados naquela adega e então ele tirou de mim para começar a se masturbar antes de eu começar a usar sua boca. O movimento de sua língua eriça toda a minha pele em intenso prazer. Meu rosto corou ao lembrar tão ansiosamente, mas eu me forcei a respirar fundo e separar minha cadeira um pouco da dele, no entanto, não fez muita diferença, eu senti que ele estava muito perto de mim. Tomei meu vinho tentando me acalmar e me distrair na conversa que os meninos estavam que riram e se divertiram. Eu ficaria tão relaxado se não eles tivessem convidado o meu tormento pessoal esta noite. O segundo round estava sendo vencido, mas finalmente eu ganhei e peguei minhas fichas vitoriosas, agora eu estava sendo encorajado um pouco mais. De repente, eles trouxeram a próxima rodada de bebidas. Catarina e Augusto tomaram cerveja, eu veio e o Capitão com uísque, mas ele pareceu notar que Cleber não pediu mais cerveja. — Não vai beber mais? — O Capitão Chances perguntou ao Cleber enquanto estávamos a fazer a próxima ronda. — Ele não costuma beber muito — respondi por Cleber. — Sim, às vezes não me controlo e fico bêbado muito rapidamente — Cleber comentou. — Oh! — algo no olhar do Capitão mudou para um — mais interessado, mas você não tentou o Uísque escocês? Cleber balançou a cabeça. — Esta noite vou te ensinar a beber como um bom coronel. — Chances continuou a dizer. Não gostei para onde isto ia. — Nenhum capitão I... — Cleber começou a dizer, mas Chances interrompeu-o dizendo: Daniel Chances. Foram apenas 3 rodadas de whisky seco que Cleber tomou, no entanto, foi o suficiente para ele já ter um rosto vermelho e começar a rir de qualquer coisa, agindo com completa estupidez e lentidão. Eu realmente acreditava que todos os alemães estavam com o estômago forte para beber, mas agora eu vi que eles não estavam. Algumas rodadas de pôquer foram ganhas pelos meninos, mas a maioria delas foi vencida por Dominique e eu, já havia cerca de 3 horas quando Catarina propôs: — Que tal dançarmos? Ela também tinha um rosto ligeiramente vermelho, Augusto também se tornou mais falante, Dominique parecia mais confortável, mas ainda estava tentando esperar pela distância de mim. Porra, eu nunca pensei que a ver nos braços de outro homem não gostava de mim a ponto de querer levá-la à força, mas ela me controlou para não fazer uma cena. — Sim! — Disse Dominique — Preciso mesmo é dançar um pouco. Levantou-se, fazendo-me ver aquele vestido deslumbrante de novo que a encaixava daquela forma suave e sensual, fazendo-me apenas uma ereção quando a vi naqueles saltos, naquelas meias pretas e imaginando como o meio da coxa parecia se conectar com um conjunto sexy de lingerie por baixo. Quando Dominique apareceu, eu não tinha olhos para ninguém, eu esqueci o resto do maldito mundo, e que ela me evitou, só aumentou essa obsessão dentro de mim para sentir sua boca novamente e ouvir seus gemidos. Levantámo-nos e fomos para o fundo onde ficava a zona de dança, as luzes de cores diferentes iluminavam a zona escura, fiquei atrás da Dominique o tempo todo como guarda-costas dela observando que ninguém se aproximou dela enquanto caminhava entre as pessoas e modelou o corte pronunciado do vestido que revelou suas deliciosas costas nuas e me hipnotizou com essa maneira sensual de andar. Enquanto isso, Cleber chegou ao meu lado m*l conseguindo andar enquanto falava sobre algo a que ele nem sequer prestava atenção, porque ele começou a combinar alemão com a minha língua e, de tempos em tempos, mencionou Dominique como sua. Catarina e Augusto foram perdidos entre o povo. Fiquei de lado quando Dominique pegou a mão de Cleber para levá-lo dançando com ela. Eu odiava como ela olhava para ele, como sorria para ele e como usava cada segundo para esfregar na minha cara para enfatizar que não o deixaria mesmo que ela visse em seus olhos que não o queriam como ele fez comigo, não a fez tremer ele não a deixou avermelhada de nervos, ele não tinha esse poder sobre ela. Mas eu tive que ser paciente, apenas alguns minutos e... perfeito. Cleber cobriu a boca, começando a correr para o banheiro, eu meio sorri com satisfação, eu provavelmente não ia chegar ao banheiro para vomitar. Eu ainda tinha meus braços cruzados assistindo ao show quando meu doce Eva do meu Éden. Ela se aproximou de mim, furiosa, sua cara, seus olhos azuis como topázio, se destacando das diferentes luzes quando ela parou na minha frente. — Não pense nisso. Eu sei o que você fez! — Gritou comigo, chegando perto o suficiente para fazer seu tom de raiva ouvir sobre a música tempestuosa do lugar. Ampliei meu sorriso com entretenimento e inclinei-me para ela, vi-a congelar e tremer um pouco, sua respiração mudou para uma mais agitada quando calmamente perguntei: — E o que fiz, Dominique? Levou alguns segundos para se concentrar novamente em sua raiva, vi que o vinho que ela estava bebendo já estava funcionando para ela, seu olhar não estava mais afiado e ela não parecia ter essa barreira contra mim. — Você... —Lançado. Eu relacionei meus lábios com entretenimento, vendo como ela focou seus olhos neles, enviando meu zíper para apertar. Tanto desejo de conteúdo ia me deixar louco. — Não me lembro de pôr uma arma e de o obrigar a beber —respondi com ligeiro sarcasmo. Ela cerrou os punhos. — Você... Ah! — Não gosto do que está fazendo. Olhei para ela com entretenimento. — O quê? Ela pisou em minha direção encurtando qualquer distância que separava suas pernas escovando contra as minhas, seu peito quase sobre o meu e seus olhos fixos em mim, de repente parecia perceber que ela tinha chegado muito perto da boca do lobo, no entanto, ele não se retirou e levantou o dedo indicador para bicar no meu peito. — Parece que quer sabotar a minha relação. O tom dela não foi reprovável, mas a voz dela tremeu quando segurei o olhar dela perto de mim, fez-me tirar o fôlego fora de controle tal como o dele, percebi o seu doce cheiro, a baunilha. Levantei a mão sem poder me segurar para acariciar um lado do rosto, percebi seu tremor, mas ela não se retirou, passei o polegar pelo lábio inferior provocativo, ela estremeceu, seus olhos azuis escurecendo. — Sim. —Eu corajosamente admiti — Está a fazer?
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