Eu notei sua enorme ereção batendo das minhas costas, eu queria mais, apesar de ver tudo tremendo e sensível, eu precisava tê-lo dentro de mim. Eu me virei e subi em cima dele, colocando uma perna de cada lado de seus quadris. Ele me segurou pelas costas, enquanto meus s***s escovavam seu rosto, mas seus olhos estavam fixos nos meus, olhando para mim com um leve sorriso e ainda com os olhos sonolentos.
— Dominique — sussurrou na voz rouca —, eu poderia me acostumar a acordar com você.
“Raios, claro que também.”
Segurei-me em seus ombros e então comecei a descer todo o seu comprimento, sentindo-me tão encharcada que deslizou facilmente até que eu estava perto da base; nós dois gememos, e então eu comecei a me mover, primeiro devagar, encontrando meu ritmo em círculos de luz; então mais rápido e mais rápido, subindo e descendo enquanto eu movia meus quadris de uma maneira que me sentia completamente deliciosa. Suas mãos desceram até minha b***a e então ela me apertou enquanto mordia os lábios, liberando um rosnado viril completamente sexy, seus lábios meio abertos com uma respiração pesada.
— Merda — sentindo as minhas pernas tremerem e a minha barriga começar a encher de calor, formando o meu orgasmo novamente.
— Então, comandante Bem, não pare, eu gosto de como você se move — disse —, você se sente tão bem...
Ele me bateu antes de apertar minha b***a com as duas mãos, me levando a continuar me movendo assim sobre ele enquanto colocava meus s***s na boca. Lambendo meus m*****s e seus dentes me apertaram um pouco, eu estava à beira do êxtase, eu já sentia que não conseguia me mover mais porque estava completamente tremendo, Santiago se inclinou para trás sem perder o ritmo e começou a se mover contra mim; batendo-me com força; o som de nossas peles batendo ao redor da sala, assim como nossos suspiros insaciáveis.
— Maldita, estou prestes a encher-te. —Disse sem parar e eu o percebi tremendo.
— Capi… tan, você está procurando? —Eu disse entre suspiros.
Ele parecia reagir e seu ritmo diminuiu um pouco.
— Não, claro que não. — Murmurou, piscando algumas vezes.
— Então eu vou ter que engolir. — Eu murmurei.
Ele continuou e eu me agarrei aos ombros dele, me dando inteiro, fazendo-me virar os olhos quando eu estremecia, vindo sobre ele, deixando-me completamente desaparecido no infinito por alguns segundos.
— Não aguento mais, querida — ele disse com a respiração agitada ao meu ouvido.
Ele me soltou e então eu me ajoelhei no chão para ficar na frente dele, sua mão estava em seu m****o acariciando enquanto ele me observava, eu estiquei minha língua sem olhar para longe de seus olhos cinzentos escuros, seu rosto coroado, sua mandíbula apertada; quão sexy ela olhou para o pico de excitação. Cheguei um pouco mais perto para que minha língua tocasse a ponta da glande, exigindo que ele me desse tudo.
— Merda — ofegou e foi tudo, explodiu na minha boca.
O líquido quente de seu esperma caiu na minha língua em três jatos abundantes quase na minha garganta. No entanto, enquanto engolia, ele soltou um último jato e me bateu no olho.
Fiquei assustada e o capitão correu para me limpar com um pedaço de lençol, ri um pouco e lambi meus lábios quando olhei para ele novamente. Ele me viu mordendo os lábios e, sem aviso, puxou-me pelo queixo para beijar-lhe. Um beijo doce que me tirou o ar por um longo período, fazendo-me cair em cima dele enquanto segurava seus braços, com o nariz escovando contra o meu, enquanto eu sorria e ele sorria também.
Eu queria que esse momento fosse eterno.
Quando meu riso gradualmente saiu e agora estávamos somente olhando um para o outro com o sopro mais calmo, ele sussurrou:
— Tinha-me esquecido de como era estar contigo e nunca me cansar de você.
Eu também havia esquecido, mordi meus lábios e descansei minha cabeça na cavidade do pescoço dele. De repente, ele parecia um pouco inquieto, suas mãos nas minhas costas apertadas um pouco. Eu me inclinei para ele novamente e olhei para ele.
— Está bem?
Seu olhar estava fixo na foto que ela tinha do Cleber no uniforme militar, ele havia dado a ela uma vez que saiu em uma missão, havia esquecido que ele estava lá.
— Você engoliu com ele? — Chances perguntou de repente.
Estiquei meus lábios em um sorriso zombeteiro.
— Está tão interessado em saber o que fiz com ele?
Ele olhou para mim, não estava brincando, estava falando sério; ele queria saber.
Suspirei um pouco e balancei a cabeça.
— Não, nunca tirei o preservativo — admitiu.
Cleber era muito normal no sexo, talvez porque não havia maior conexão ou tensão s****l como ele estava com o Capitão Chances. Ele não era selvagem ou ousado, somente muito tradicional.
O Capitão Chances parecia satisfeito com a minha resposta, quando de repente. Alexa
foi ligado com música de Stephen Sanchez.
Com Seja Mais.
Ele ficou assustado com o barulho inesperado da música e piscou algumas vezes para olhar para mim, possivelmente a reconheceu. A primeira vez que a ouvi foi em seu apartamento; a última vez que estávamos juntos no Centro E.M.M. Desde que a encontrei, não houve um dia que eu não a ouvisse e ela me fez chorar por horas até que finalmente eu pensei ter… curou meu coração ferido por me afastar dele e ainda a ouvir; era como meu ritual para começar com um bom dia de manhã, às vezes eu somente adormeci um pouco mais com a música tocando no fundo.
— É uma espécie de alarme — eu expliquei — É porque, normalmente, atualmente, já estou acordada e gosto de ouvir esta música.
Ele franziu a testa ligeiramente.
— E ouve-o todas as manhãs? — Perguntou.
— Sim — eu disse —, é o meu favorito.
Ele não disse nada sobre isso e eu me levantei, sentindo de repente um bom humor inexplicável enquanto colocava meu roupão. Algo estranho sobre mim porque eu admiti, eu tinha me tornado um pouco irritável pela manhã devido à falta de sono que às vezes eu tinha, mas ele teve um bom sonho e uma manhã incrível.
Comecei a balançar com o ritmo da música suave e ele se sentou na cama para me olhar com um leve sorriso, seus olhos cinzentos brilhando um pouco.
— Venha, vamos dançar capitão. — Eu pedi para levantar a mão em direção a ele.
— Não — respondeu, como se um parafuso tivesse subitamente se soltado de mim por querer dançar na sala com ele.
— Por quê? — Eu respondi — Vai ficar com um capitão amargo ou terei de te seduzir?
Eu segurei seu olhar enquanto continuava a se mover e ele levantou uma sobrancelha.
— Você poderia me seduzir. — Respondeu.
Sorri um pouco e insisti, dizendo com a mão levantada para ele:
— Venha. — Não… Dominique… —disse, mas pareceu menos seguro desta vez.
Eu parei.
— Alexa — Eu pedi — reproduza novamente, seja mais.
Alexa tocou a música novamente.
— Venha. — Eu insisti.
Ele apertou os olhos.
— Não me deixará em paz até dançarmos? — perguntou com alguma ironia.
— Não. — Eu respondi.
Seus olhos não saíram dos meus, fomos um desafio de olhares e eu não estava disposto a perder.
— Alexa, reproduzir — Eu pedi novamente.
A música começou de novo. Chances virou os olhos, mas esticou finalmente o canto dos lábios com um leve sorriso e levantou-se. Olhei para cima e para baixo, este homem era definitivamente um palheiro para os olhos, ele colocou sua box que estavam andando no chão para cobrir seus nus e depois aceitou minha mão com um suspiro.
— Não sei por que é que me faz sempre dobrar — disse Chances enquanto envolvia as mãos no pescoço e ele colocava-as à volta da cintura.