CAPÍTULO 18

1157 Words
Deixamos o Cleber e aceitei que Capitão me deixasse em casa, e esse foi meu erro. Ele sabia muito bem por que insistiu tanto e eu o deixei entrar antes de verificar se realmente estava sozinha e, para meu desprazer, Jasmim não estava. — Capitão, só queria te perguntar uma coisa? — Diga Dominique? — Você realmente quer ficar comigo de verdade, não só para sexo? — Dominique, nunca estive tão lucido e, acredite ou não, eu largo tudo para ficar finamente com você. Dominique Bem. Sua boca e língua beijavam o contorno dos meus s***s, enviando uma carícia tortuosa para todo o meu corpo. Senti que não podia ficar parada, queria mais. Subi sobre ele, empurrando-o pelos ombros, e ele caiu debaixo de mim. Coloquei as pernas em cada lado de seus quadris e desabotoei meu sutiã, expondo meus s***s. Ele não hesitou um pouco em apertá-los com as mãos e colocá-los na boca. Sua língua se moveu sobre meus m*****s duros, agitando todo o meu corpo. Eu podia sentir o quão duro ele estava debaixo das calças e comecei a me mover sobre ele enquanto eu levantava seu suéter, precisando sentir sua pele ao lado da minha. Não havia restrições aqui, era só ele e eu esta noite, onde nada mais importava. Ele me ajudou a terminar de tirar a camisa, deixando seu torso musculoso exposto e sentou-se para ficar na minha frente. Uma de suas mãos foi atrás do meu pescoço, fixando minha cabeça para pegar minha boca enquanto sua outra mão batia na minha b***a, enquanto beijava meu pescoço e, de repente, senti ele me cheirar profundamente e suspirar. — Você é o meu maior vício, BEM — sussurrou rouquidão no meu ouvido antes de morder o lóbulo da orelha, gemi mordendo os lábios e passei a mão sobre os músculos do tronco lentamente até parar nas calças e começar a desabotoá-lo desesperadamente, não hesitei em recuar e soltei a enorme b***a das calças, senti uma garganta seca. Com o tempo, pensei que minha mente havia alterado a percepção da realidade e que a havia tornado maior do que realmente era devido à paixão daquele momento, mas, quando a vi novamente, percebi que não era assim. O Capitão Chances tinha uma verdadeira anaconda nas calças, pronto para atacar. Peguei na minha mão, mordendo meus lábios enquanto acariciava todo o comprimento, me acostumando a sentir sua textura espessa e quente novamente e aquelas veias ao redor, minha boca molhada. — Você gosta do que vê? — O Capitão Chances perguntou com alguma arrogância na voz enquanto eu continuava a contemplá-lo. Olhei para ele, olhando para seus olhos completamente escurecidos fixos em mim enquanto aquele leve sorriso inclinado brilhava em seus lábios. — Eu havia esquecido o quão grande era. — Admiti sentir a minha voz a tremer e sem mais delongas, coloquei a ponta rosada da glande na boca a acariciá-la com a língua lentamente antes de empurrar a cabeça e começar a empurrá-la tanto quanto a garganta permitisse, atirei a cabeça para trás para voltar a impulsionar-me a encontrar o meu ritmo sugando a ponta no final e depois afundando o máximo que pude ouvi-o soltar suspiros leves. — Oh, f**a-se Bem. —O capitão sussurrou com um hálito pesado —, ele sabia como seu beijo doce era em torno de mim. Uma de suas mãos pegou meu cabelo para envolvê-lo em um arco improvisado, seguindo os movimentos da minha cabeça, tentando cavar mais fundo, ajustei meus joelhos para que ele lhe desse uma visão melhor da minha b***a e cintura enquanto fazia o oral. — Merda — sussurrou e inclinou-se um pouco para me bater — Que visão você me dá. Ele continuou empurrando minha cabeça e eu obedeci ao seu pedido, prendendo minha respiração, sentindo-a ir além da minha garganta. — Então, Bem. —ofegante com olhos estreitados — Tudo isso entra na sua boca? Concentrei-me em empurrar minha garganta ainda mais sentindo como se estivesse me afogando, mas não me importei, continuei empurrando meu rosto vermelho, meus olhos cristalizaram até tocar o fundo da minha garganta e olhar para ele que parecia impressionado que eu teria realmente cabido tudo enquanto mordia o lábio inferior. Abri caminhos para recuperar o fôlego e continuei voltando ao meu ritmo normal chupando a ponta enquanto empurrava minha cabeça para baixo e para cima rapidamente até o sentir tremer deixando ir algum líquido pré-seminal da ponta; tinha um sabor doce, eu continuaria ordenhando com a boca como um vício real, mas me parou pelos ombros. — Maldita Dominique Bem, eu esqueci o quão excelente você faz. —sussurrou com um rosto ligeiramente avermelhado de excitação —, você vai me fazer vir e nós não queremos isso ainda. Esfreguei um pouco a boca e inclinei-me para trás enquanto ele se inclinava para a frente, e então saí da cama, olhou para ele enquanto ele terminava de tirar as calças com seus sapatos e meias. Tudo em tempo recorde, ficando inteiramente nu diante de mim, seu m****o totalmente ereto apontando para frente enquanto ele acariciava um pouco com a mão. — Venha aqui — ele perguntou e eu obedeci sem refutar, sentando-se na beira da cama, ele inclinou-se para devorar a minha boca num beijo profundo, onde a sua língua se enroscou com a minha e engasgou quando se separou para deslizar os lábios à volta do meu pescoço, deixando-me a querer mais. Continuou a descer até os meus s***s e empurrou-me pelos ombros para me apoiar, para baixo, então eu o obedeci deitada na cama. Enquanto ele estava ajoelhado, sua boca continuava descendo até o meu torso, beijando toda a área do meu umbigo até que continuei descendo minha barriga, me enchendo de um milhão de sensações anteriores. O desejo acumulado que eu tinha pelo capitão não era normal. Eu estava vendo quando ele começou a me beijar em cima da minha calcinha de renda. Eu podia sentir sua respiração quente enquanto beijava meus lábios inferiores no tecido fino. Olhei para baixo, acariciando seus cabelos macios entre meus dedos e encontrei seus olhos cinzentos fixos nos meus, maldito quão quente parecia para mim assim entre minhas pernas. Ele manteve um leve sorriso na boca quando, em um movimento simples, empurrou o tecido para o lado e sua língua quente lambeu toda a minha a******a macia e latejante. Dominique se curvando e eu apertei meus s***s em minhas mãos, sua língua se movendo tão rápido que eu não podia ficar parada. Ele me pegou pelos quadris com suas mãos grandes, seus dedos começaram a grudar na minha pele para que eu não escapasse dos milhões de sensações que eu estava criando com seus lábios e sua língua no meu c******s. Eu não estava em lugar algum para tocar o céu, meus gritos ecoando por toda a sala como uma louca, mas eu não me importava no momento sobre nada ou ninguém.  — Merda, ah! Chances!
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