Lorenzo Pousamos na França na madrugada daquela noite e depois de conversar com minha mãe e com a Rosa e tentar acalmá-las, pois ambas estavam ficando histéricas, mas sem grandes sucessos pois ambas só estariam calmas quando a Sofia finalmente aparecesse e isso se aplicava completamente a mim também. Eu estava quase tão sedento de descontar em alguém a minha raiva quanto estava de encontrar respostas. Por isso assim que saí da sala da mansão comecei a dar ordens. — Me traga os dois imbecis que deveriam estar com a Sofia o tempo todo. — Digo para o Mário assim que chego ao escritório. — Lorenzo... — Ele começa certamente já imaginando o que eu iria fazer. — Agora! — Digo batendo na mesa e ele sai com um suspiro. Vou até a mesa e pego um cigarro e o acendo. Pego um copo, ponho gelo e peg

