Liberdade ao Carioca, [09/04/2023 02:36]
Capítulo 85
Carioca narrando
— O que fazemos agora? – Medeiros pergunta
— Eu vou atrás da minha filha, acabe com ele – eu falo e eles assentem.
Eu pego a minha a**a e subo na moto que estava na frente da boca, vou seguindo conforme diziam onde ela estava indo, a mesma se encurralou com o carro em um beco e não conseguiu sair, eu atiro nos pneus e me aproximo vendo Vitoria abraçada na outra menina e Perpetua, eu bato no vidro e mando ela sair.
— Sai – eu falo para ela com a a**a apontada na cabeça dela.
— Por favor não.
— Você iria fugir não é mesmo? – eu pergunto para ela – v*******a, você é uma v*******a, você queria tirar a Vitoria de mim.
— A vitória é minha filha – ela fala – eu a criei, você não a criou.
— Porque ela foi tirada de mim.
— Deveria agradecer que eu a criei, imagina ela sendo criada por um homem que nem você? Você é uma bomba relógio Carioca, você é uma p***a de uma bomba Relogio – ela grita e eu seguro em seus braços.
— Cala p***a da tua boca, eu amo a Vitoria, eu dei a minha vida por ela, você não sabe como eu era antes de me tirarem ela.
— Ela é minha filha,e u a criei, você n******e tirar ela de mim.
— Você vai sair daqui e vai levar a tua única filha.
— Eu não saio sem a Vitoria, pergunte a ela, eu sou a mãe dela – ela fala – eu faço tudo pelas minhas filhas e eu não saio daqui sem ela.
Ela me aponta uma a**a que eu nem vi que ela tinha junto.
— Vai atirar em mim Perpetua? – eu pergunto me afastando dela.
— Eu não tenho medo de m***r pelas minhas filhas se essa é a forma que eu vou ter elas perto de mim, sim eu atiro em você.
— E você sabe fazer isso? – eu pergunto rindo
— Vou aprender agora – ela destrava a a**a. – Mas você não vai me tirar a Vitoria, ela não precisa de um pai doente que nem você.;
Liberdade ao Carioca, [09/04/2023 02:43]
— Atira! - eu grito e ela me encara – Atira, p***a – ela começa a tremer com a a**a na mão – Atira, Perpetua, Atira – ela aperta o gatilho e a bala passa de raspão no meu braço sinto apenas queimar.
— m***a – ela fala
— Você vai se arrepender por isso – eu falo andando rapidamente e tirando a a**a da mão dela, eu a jogo no chão.
— Ai – ela grita
— Eu vou te m***r agora – eu falo para ela – eu vou acabar com você. – eu aponto a a**a para cabeça dela.
— Você vai fazer isso na frente da tua filha? Isso só vai provar Carioca o que eu estou te falando que você não é homem suficiente par aser pai dela, minha filha foi criada com a melhor educação do mundo, eu dei amor, eu dei carinho, eu ensinei as coisas mais bonitas do mundo para ela e você vai fazer o que? Atirar na pessoa que ela chama de mãe, que ama e que ela tem como mãe dela e você acha que ela vai te amar e te respeitar depois disso? Você nunca terá o amor da tua filha se você fizer isso, ela vai te odiar para o resto da sua vida e vai ser mais uma que irá abaixar a cbaeça para você , mas não por respeito e sim por medo, assim como todos dentro desse morro fazem.
Eu engulo seco encaro a Perpetua e depois encaro a Vitoria, ela olhava pela janela aberta com os olhos chorando, eu olho para minha filha e engulo seco novamente.
— Por favor não faz m*l para minha mamãe, ela é tudo que a gente tem e eu estou morrendo de saudade dela – Vitoria fala – Por favor, deixa a minha mamãe viva e em paz.
As palavras de Vitoria me faz abaixar a a**a e deixar que ela caia no chão, Perpetua se levanta rapidamente e corre até o carro e abraça Vitoria que está chorando muito, ela vai falando com Vitoria lentamente pedindo para que ela se acalme, a outra criança chora dentro do carro e Perpetua a tira de dentro do carro.
— Vai ficar tudo bem meu amor – ela fala para Vitoria – estamos segura agora e juntas – Vitoria assente – nós três.
— Eu te amo mamãe – Ela fala abraçando a Perpetua e a outra nenê.
Liberdade ao Carioca, [09/04/2023 23:35]
Capítulo 86
Perpetua narrando
Abraçada em Vitoria e em Liz, eu só sabia agradecer por ter as minhas filhas, eu vejo que Carioca se afasta e Vitoria me encara.
— Quem é ele? – Mamãe pergunta
— Ele não é do m*l – eu falo passando a m*l pelo rosto dela.
— Mas ele estava com uma a**a apontada para você.
— Ele nos salvou do Kaique, salvou vocês – eu olho para ela.
— E porque ele queria atirar em você?
— Não se preocupa, ele jamais vai fazer m*l a nós – eu falo para ela.
Eu sinto que alguém se aproxima e era Medeiros.
— Carioca mandou levar vocês para onde você quiser ir.
— Leve a gente para casa dele.
— Para casa dele? – ele pergunta
— Sim
— Você está tendo a oportunidade de sair do morro.
— Me leva para lá com as meninas, arruma comida, roupas para elas;
— Ok – Medeiros me encara desconfiado.
Subimos para casa delas e logo Salete entra no quarto onde eu estava com elas.
— Minha pequena Vitoria – ela fala olhando para Vitoria com os olhos cheio de lagrimas.
— Quem é mamãe?
— Sua tia – eu falo
— Eu tenho tia? Minha tia é sua tia – ela fala
— Ela também é sua tia, você nasceu aqui – eu olho para ela
— Aqui? – ela pergunta
— Sim. Lembra que eu te disse que você é minha filha mas não nasceu de mim?
— Sim e eu nasci dela?
— Não – eu falo – sua mamãe é uma estrelinha, lembra?
— Sim, lembro – ela fala
— Ela é sua tia.
— Tia da minha mãe que é uma estrelinha?
— Não, meu amor – eu me sento na cama e puxo ela para perto – do seu pai.
— Quem é meu pai? – ela pergunta – é aquele homem armado?
— Seu pai ama você – Tia Salete fala – e ele sempre esperou por você – Vitoria olha para ela confusa.
— É muita informação para sua cabeça – eu falo e Liz resmunga.
Eu pego Liz no colo e Vitoria faz carinho na irmã, eu abro um sorriso para as duas e parecia um sonho ter elas aqui comigo, ter elas viva perto de mim novamente.
— E carioca? – eu pergunto para Salete.
— Resolvendo com Kaique – ela fala.
Eu assinto com a cabeça e ela me ajuda a dar banho nas meninas, trocar elas e dar comida, Liz estava tão linda, tão grande e só queria saber do meu colo, assim como a Vitoria também.
Carioca narrando
Eu vejo que Medeiros se aproxima de mim e eu tinha acendido baseado.
— Ela foi embora com as meninas? – eu pergunto
— Não – ele fala e eu encaro
— Como assim? Não? – eu pergunto
— Ela está na sua casa com as crianças – ele fala
— Ela´é louca?
— Ela não me deu explicação, minha mãe subiu lá para ficar com ela e ajudar ela com as meninas.
Eu olho para Medeiros sem entender porque ela tinha voltado para minha casa sendo que eu dei a oportunidade dela ir para bem longe, bem longe daqui, mas ela não foi.
Eu entro dentro do lugar onde Kaique está em Rk está com Ph ali dentro, Jão e Hy, Kaique está sangrando muito, ele ainda está vivo.
— Como você quer que mate ele? – Rk pergunta.
— Corte as mãos, os pés dele – eu falo – eu quero assistir de camarote.
Kaique estava com a boca tampada, Rk segue pega uma motosserra e corta as suas mãos, dava para sentir o seu grito abafado, dava para sentir sue desespero e a dor que ele sentia, mas para mim tudo aquilo era uma cena maravilhosa.
— Ainda está gemendo de dor e vivo – Rk fala
— Joga pasra os porocs – eu falo
A gente pega o corpo dele sem mão e sem pé e joga para os porcos no alto do morro e soltamos os 100 porcos que a gente cria e eles vem com tudo para cima dele e a gente termina de assistir a morte desse filho da p**a.
Liberdade ao Carioca, [09/04/2023 23:45]
Capítulo 87
Leila narrando
— Obrigada por ter feito seus amigos me deixarem viva – eu falo quando ele estaciona o carro na rua da minha casa, um pouco distante mas dava para ver a entrada.
— Não precisa agradecer, você nos ajudou.
— Kaique foi morto? – eu pergunto
— Provavelmente essas horas, sim.
— Foi ele que matou a Jéssica? – eu pergunto para ele.
— Não – Lk fala me encarando – quem matou a Jéssica foi a própria mãe.
— A própria mãe? – eu pergunto – que estava ligada a Antonio e a Kaique.
— Que horror – eu respondo – A gente jamais mataria ela, Ph sofre muito pela perca da mulher.
— E a bebê?
— Está bem, desenvolvendo muito bem dentro das limitações dela, ela é o nosso xodó – ele fala e eu assinto com a cabeça – e você vai fazer o que?
— Eu preciso me apresentar na delegacia amanhã – eu olho para ele – e provavelmente, vou pedir meu afastamento e vou sair do país com a minha filha.
— Encontrar seu marido, Mauro? – ele pergunta
— Sim – eu respondo – faz tempo já que ele queria que a gente fosse embora e é isso que eu vou fazer, passar alguns mese fora.
— Vai fazer bem para você – ele fala e eu o encaro.
— Obrigada – eu respondo para ele.
— Não precisa agradecer – ele fala
— Até mais Lucas Kaique.
— Até mais Leila. Boa sorte na sua mudança.
— Você também, fique vivo.
— Ficarei para a gente se encontrar novamente – eu abro um pequeno sorriso.
E ele aproxima do meu rosto e me beija e eu correspondo o seu beijo.
— Para você nunca esquecer de mim, porque eu não vou esquecer de você – ele fala
— Boa noite Lucas Kaique – eu falo abrindo a porta do carro.
Eu saio do carro e vou em direção a minha casa andando, quando eu abro a porta eu vejo Mauro sentado na sala com a nossa filha.
— Mamãe – minha filha fala correndo até mim
— Meu amor – eu abrçao ela forte – eu amo você mais do que tudo nessa vida.
— Porque está chorando?
— Porque eu te amo – eu olho para ela
— Leila, o que ouve? – Mauro pergunta se aproximando de mim.
— Eu vou me afastar da delegacia e vou embora com você para os Estados Unidos até fechar os dois anos – eu falo para ele – que você tem do seu curso para voltar.
— É a melhor noticia que você poderia me dar – ele fala sorrindo e me abraça – você está bem?
— Sim – eu falo chorando
— Leila, meu amor – ele fala me encarando – calma.
— Me perdoa, me perdoa por tudo.
— Te perdoar do que?
— Eu amo vocês, eu amo vocês – eu falo chorando e Mauro me abraça forte.
Eu estava chorando por tudoq eu presenciei hoje, pelas crianças e até mesmo por ter me envolvido com Mauro.
Ele me beija e eu correspondo o seu beijo, ele me abraça e beija a minha testa me pedindo para ficar bem.
Tudo que eu precisava era ir embora e reconstruir a minha vida com a minha família.