Marcos prometeu me ajudar, mas o tempo foi passando e ele não comentou mais nada, talvez tivesse desistido, as rotinas estava mais espaçadas, já não apanhava a 3 dias o que estava estranho, não que eu estivesse sentindo falta, mas estava com medo que eles tivessem se decidido dar um fim em mim. Hoje, por exemplo, estava sozinha durante todo o dia, sem água e nem comida, mas era melhor assim, pelo menos não ficava pensando se eles me bateriam. A fome era tão grande que doía, eu chorava de dor, e bebia água quando tinha, mas hoje nem isso eles deixaram. Já estava noite quando ouvi barulhos no portão, eu saí da área aberta e voltei para o quarto, pelo menos agora tinha acesso ao banheiro, não tinha onde ir, e nem como sair, mas estava tão debilitada que não conseguia e nem pensava em fugi

