Seguimos pelas ruas e Kayque me indicou onde íamos, estacionei o carro e pude ver o lugar, era um restaurante com jeito de buteco, era acolhedor e bem aconchegante. — Não olha assim gata, dá uma chance. - disse. — Não se preocupa, o lugar é legal, agora vamos ver a comida. - falei. — É a melhor da cidade, você vai adorar e hoje tem um pagodinho pra gente mexer o esqueleto. - disse. Entramos e gostei mesmo do lugar, escolhemos uma mesa no canto, bem reservada, era boa a comida e a noite foi bem melhor do que pensei, conversamos sobre muita coisa e a conversa fluiu tranquilamente, era como conhecer um novo amigo bem natural e livre de amarras, de gente nos julgando e sem nenhuma pressão. Nós dançamos, bebemos e ele flertou muito comigo, não minto que receber a atenção de um homem era

