— Calma eu estou aqui com você. - falou eu me agarrei a ele. — Amanhã eu vou procurar um psicólogo pra você. — Eu não quero, não agora, preciso passar por esse luto. - falei deitada em seu ombro. — Então vou tirar 15 dias de licença para poder ficar perto de você. — disse. — Não, não quero te atrapalhar mais do que já estou fazendo. - falei. — Você não está me atrapalhando, não atrapalha nem se não fosse a mulher que amo, ainda mais sendo. - disse. — Obrigada, você é meu farol na escuridão, e está muito escuro mesmo Gustavo. Eu não sei como me reerguer, a cada hora que passa sinto uma dor diferente, algo que me fere, me sufoca estou mais perto de cair. - disse. Eu não sabia como sair desse luto tão forte que estava, eu sentia mágoa, tristeza, dor, ódio por Alex que empurrou meu pai p

