Capítulo 16. Cavalgando no meu padrasto

829 Words
Me chamo Sil, sou aquele tipo de garoto que todo mundo na rua olha e já sabe: afeminada, abusada. Tenho os traços finos, a cintura marcada e uns peitinhos que desenvolvi com um pouco de hormônio e muita genética, são pequenos, firmes e parecem dois limão. Meu padrasto o Jorge, é o típico homem "raiz": trabalhador, braço grosso, barba por fazer e aquele cheiro de loção pós-barba misturado com suor que me deixa com as pernas bambas. A minha mãe? Coitada, ela é uma santa, mas o casamento deles já caiu na rotina faz tempo. Ela dorme pesado, daquelas que se cair um trovão do lado da cama, ela só vira pro lado e continua roncando. Naquela noite de sexta, o calor em São Paulo estava de matar. Minha mãe tinha ido deitar cedo depois de um plantão dobrado, e ficamos eu e o Jorge na sala, assistindo a um filme qualquer na TV. Estava só de shortinho de cetim curto e uma regata cavada que deixava meus m*****s bem evidentes sob o tecido fino. Estava sentado no tapete, encostado nas pernas dele. Sentia o calor que emanava daquele homem. De propósito, comecei a me espreguiçar, arqueando as costas e deixando a regata subir um pouco. — Tá calor, né, Jorge? — perguntei, virando o rosto para olhar para ele por cima do ombro, com aquele olhar de quem quer ser devorado. Ele estava com o controle remoto na mão, mas os olhos não estavam na tela. Estavam fixos no meu decote. — Tá um inferno, Sil. Você não devia ficar andando assim pela casa, garoto. Dei uma risadinha maliciosa, aquela de bicha abusada que sabe exatamente onde está pisando. Levantei devagar, rebolando o quadril, e sentei no braço do sofá, bem do lado do rosto dele. — Quero atiçar o seu juízo — sussurrei, passando a mão pelo ombro largo dele, sentindo a firmeza dos músculos. O Jorge soltou um suspiro pesado, uma mistura de culpa e desejo reprimido. Ele olhou para o corredor, conferindo se a porta do quarto da minha mãe estava fechada, e depois me puxou pela cintura com uma força que me fez soltar um gemido baixo. Ele me trouxe para o colo dele, me sentando de frente, com uma perna de cada lado do seu quadril. O volume que eu senti embaixo de mim era assustador e maravilhoso ao mesmo tempo. O Jorge não era de brincadeira. — Você é muito atrevido, Sil. Se a sua mãe acorda... — começou a dizer, mas eu calhei a boca dele com um beijo. Foi um beijo de tirar o fôlego, com gosto de proibido. Minha língua explorava a dele com a pressa de quem esperava por esse momento há meses. As mãos dele, calejadas e quentes, subiram pelas minhas costas e entraram por baixo da minha regata. No segundo seguinte, ele puxou o tecido pra cima, deixando meus p****s expostos na luz fraca da TV. — Que lindos... — murmurou, olhando para a minha pele clara e para os m*****s eretos. Não perdi tempo. Tirei o shortinho e ajudei ele a se livrar da bermuda. Quando nos conectamos, senti que ia desmaiar de prazer. Me apoiei nos ombros dele e comecei a cavalgar. O movimento era rítmico, lento no começo para saborear cada centímetro, e depois foi ganhando velocidade. O Jorge estava em transe. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, me guiando, mas a cabeça dele foi direto pro meu peito. Abriu a boca e abocanhou um dos meus peitinhos, chupando com uma vontade que me fez arquear as costas e revirar os olhos. A sensação da barba dele raspando na minha pele sensível, enquanto a boca dele trabalhava no meu mamilo, era o paraíso. Eu cavalgava com força, sentindo o atrito lá embaixo e o calor da boca dele em cima. O som da sala era apenas o estalo da nossa pele se batendo e os gemidos abafados que eu tentava segurar para não acordar minha mãe. — Isso, Jorge... me føde... — eu sussurrava, enterrando meus dedos no cabelo dele. Ele alternava entre os dois p****s, lambendo, mordendo de leve e sugando como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. A cada sucção que ele dava, um choque elétrico percorria minha espinha e ia direto para onde a gente estava unido. Me sentia a bicha mais poderosa do mundo, dominando aquele homenzarrão enquanto a esposa dele dormia a poucos metros de distância. O ritmo ficou frenético, j já não conseguia mais controlar os espasmos. Ele levantou um pouco o tronco, voltando a me beijar com ferocidade enquanto eu terminava de cavalgar rumo ao precipício. — Vou despejar toda minha p***a nesse cüzinho, Sil... — sussurrou no meu ouvido, a voz mais rouca do que nunca. Eu senti a explosão dele por dentro, um calor absurdo que me fez travar o corpo inteiro. Ficamos ali, colados, suados, ouvindo apenas o tic-tac do relógio na parede e o som da TV num
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