Alemão Narrando...
Mano dormi pra c*****o, já é dez e pouco da noite, levanto me espreguiçando, tô morgadão, toma no cu. Sigo pro banheiro, tiro minha roupa, e já entro debaixo do chuveiro. Sentindo a água gelada escorrendo no meu corpo, lavo meu rosto, e fico marolando ali em várias paradas,
Tomo minha ducha, e em seguida já saio pra me trajar naquele jeitão.
Tô trajado no preto, aproveito e já passo meu perfume, coloco meu relógio de ouro, já meto vários anéis no dedo, e minha corrente com meu vulgo. Coloco as minhas duas glocks na cintura, e meu celular no bolso.
Sigo pro banheiro escovar os dentes, já uso um enxaguante bucal de menta, e cuspo na pia. Já saio logo do banheiro, indo em direção a porta do meu quarto, e saindo dali.
Sigo em direção a escada, e desço. Pego as chaves da minha moto, e já meto marcha pra fora de casa.
Subo na minha bmw, e acelero descendo o morro. Os vapores estão tudo na contenção, e o th e o playboy já tão no bonde também. Sigo acelerando, vendo o morro desertão, essa hora tão tudo dormindo já, não tá tendo baile aqui, o povo se entoca cedo. Antes de eu chegar na barreira já vejo um alvoroço, a v***a da Giu, se estranhando com outra putä.
— VAI c*****o CADA UMA PRA SUA CASA SE NÃO QUISER TOMAR MADEIRADA, ANDA PORRÄ __ brado com altivez e as duas se assusta quando eu acelero passando no meio delas, se não desviassem, eu passava por cima sem papo
Acelero passando pela barreira e pegando a pista. Papo reto mermo, eu fico bolado com essas paradas, odeio que briguem no meu morro, fazendo bagunça, bagulho vai ficar louco pra essas duas se quando eu voltar, os cria falar que elas brigaram, vou descer madeirada nas duas sem dó, toma no cu, não tenho paciência não parceiro, a parada comigo é mais embaixo, não tenho pena de ninguém não.
50 Minutos Depois...
Paro em frente a boate, e desço da moto, os cria fazem a merma fita. Enfio as mãos no bolso e já sigo pra entrada.
Segurança — E aí chefe, de boa ?___ concordo manjando com a cabeça e eles abrem espaço pra eu entrar
Bagulho aqui tá fervendo parceiro, já passo o olho pelo local, vendo várias piranhas dançando no pole dance, cruzo meus braços olhando de longe.
Dama — E ai, tranquilo? ___ me cumprimenta e eu concordo — Bruno já tá lá em cima, vai querer subir agora trocar idéia com ele?
— Já, quero resolver essa parada o quanto antes, depois eu desço e escolho qual v***a vou levar pra cima... ___ dou o papo e ela da risada
Dama — Você não muda nunca alemão... bora subir então, depois quero apresentar as meninas pra você ___ concordo e subimos a escada
Passo por algumas piranhas e já estralo tapão na b***a delas, que se arreganham ainda mais, as vadias nem escondem que tão louca pra me dar.
Seguimos pro meu escritório, e a Dama abre a porta. Eu entro já vendo o Bruno de costas pra porta, sentado na cadeira. A Dama fecha a porta e eu dou a volta na mesa, até chegar na minha cadeira, ficando de frente pra ele.
— Fala tu Brunão, tem alguma coisa pra me falar ___ pergunto cruzando meus braços e encarando ele sério, percebo o mermo nervoso pra c*****o — Vai porrä, tem alguma coisa pra me falar?
Bruno — Primeiro eu quero pedir desculpas pra tu patrão, eu tô ligado do que cê tá falando, tu pode me punir da forma que cê quiser, eu tô no erro mermo ___ fala sustentando o olhar pra mim — Sei que tu deu o papo pra não trazer ela pro meu serviço, mas pô patrão, eu não tenho o que fazer tá ligado...
— Não tem o que fazer? é isso mermo que eu ouvi? eu te pago pra que c*****o? fala pra mim, não te dei o papo, aqui não é lugar pra criança porrä... ___ esbravejo batendo na mesa e ele não se intimida — se a Dama não desse o papo pra mim, cê também não ia falar, deixando a menina dormi aqui na porrä da boate Bruno c*****o, tá de tiração comédia...
Bruno — Eu tô no erro mermo patrão, cê já tinha me dado o papo pra não fazer isso, mas eu não confio em deixar minha filha com ninguém, já te passei a visão aquele dia da mãe dela, não posso arriscar... ___ diz negando com a cabeça e eu aperto meu punho — Tu pode me dar gancho, tranquilo, já falei pra tu que eu tô ciente do meu erro...
— Só não vou te dar gancho porque cê precisa da grana pra sustentar a menina, se não neguin, cê tava fodido na minha mão, papo reto ___ dou o papo na ignorância e ele abaixa a cabeça — Olha pra mim c*****o ___ brado e ele levanta a cabeça na hora — Vou te dar dois dias pra resolver a sua situação, não quero mais saber dela aqui na boate, já falei pra tu que aqui não é lugar de criança porrä, se acontecer de novo tu já sabe, não vou ajudar mais sem câo
Bruno — Jae paizão, papo reto, não vai se repetir ___ fala envergonhado
— Agora mete o pé da minha sala, só volta aqui depois de dois dias, de preferência com a sua situação resolvida jae, não quero saber... ___ dou o papo reto pro mermo que assente e levanta, dando as costas e saindo da minha sala
Esse maluco é de confiança pra trampar, só que tá tendo atitudes que não tá me agradando, cê os vermes baixar nessa porrä aqui, e encontrar a criança, vai fuder com tudo, eu não tenho controle do mundo, não posso botar tudo a perder por uma irresponsabilidade dele pô, os vermes não conhecem a minha identidade, nunca me viram, só me conhecem pelo vulgo, se baixarem aqui da merda sem dúvida. Espero que ele resolva a situação, porque de restante ele é um aliado f**a aqui na boate.
Levanto da cadeira, e sigo pra porta, saio da minha sala e ando pelo corredor, já direto pra descer as escadas.
Antes de eu chegar na área vip, eu trombo com uma loirinha, eu seguro seu corpo pequeno impedindo a merma de cair, seus olhos me encaram assustada, sua boca pequena avermelhada de batom, se eu não tivesse segurado a merma, tinha ido pro chão. Vendo que a merma já está firme, eu solto ela, e desvio sem nem escutar o que ela tinha me falado, minha mente deu um giro agora, esse olhar dela me deixou perturbado e eu nem sei explicar o porque, isso me deixou bolado pra caralho...
CONTÍNUA....