• PK . . . Eu tava parado ali, no meio daquele hospital frio, com o mundo desabando em cima de mim. O médico me olhava esperando uma resposta. Como se fosse simples escolher entre a mãe da minha filha e… a minha filha. Pk: Eu não posso fazer isso, doutor… não posso escolher. Médico: Eu entendo. Mas a gente precisa da decisão agora. Cada segundo conta. Respirei fundo, minha garganta travada. Peguei o celular no bolso com a mão tremendo. Eu só conseguia pensar em uma pessoa que podia me ajudar a respirar de novo. Paty. Disquei o número, coração batendo tão rápido que parecia que ia parar. Paty : Alô? Pk: Paty… eu preciso de você. Paty: Que foi agora, Patrick? A voz dela ainda vinha carregada do ranço do portão, do beijo, do ciúme, da mágoa. Mas mesmo assim, eu senti aquele alívio po

