Pedro Ramírez Estou no carro indo para a casa de Mia, não queria ir sozinho, então pedi para Celeste me acompanhar. Não é nada bom um homem grande, cheio de tatuagens e vários soldados à sua volta para ir à casa da sua futura noiva. Quando convidei Celeste para me acompanhar, ela não deu tempo para minha mãe reclamar, correu para a porta e me esperava sentada no banco traseiro do carro. Não podia ficar na cidade, era um cansativo bate e volta, mas em nenhum momento Celeste reclamou ao contrário. Quando chegamos na cidade já estava perto do horário combinado. Fomos para aquela casa simples e limpa, mas havia tanta cor e vida que logo me sentia à vontade. Fui recebido pelo meu sogro, ele não gostava da minha aproximação ou a minha presença, mas não poderia fazer nada quando há isso, el

