Gadernal narrando Eu juro que tentei manter a postura desde a hora que ela saiu do quarto com aquele vestido, mas foi inútil. Vestidinho curto, colado, desenhando cada curva dela, e a p***a da barriga começando a aparecer daquele jeito sutil, discreto, mas impossível de ignorar. Aquilo ali mexia comigo num nível que eu nem sabia explicar direito, porque não era só desejo, era posse, era cuidado, era aquela sensação primitiva de “isso aqui é meu e eu vou proteger com os dentes se precisar”. Eu já saí de casa bufando por dentro, tentando não deixar transparecer o quanto aquilo tava me incomodando. Entrei no carro e comecei a dirigir, mas minha mão parecia ter vontade própria, porque quando vi, já tava ali, pousada na barriga dela, sentindo o calor da pele por baixo do tecido fino. A barr

