Cabo Afonso narrando Quando eu botar as mãos naquele filho da p**a, eu vou acabar com ele. Vou vingar o que ele fez dentro da minha casa e vou tomar tudo que ele acha que é dele. Tudo. Porque essa guerra não começou hoje, e eu faço questão que seja eu a terminar. A Angelina já estava no hospital havia dias com o Pedro, vivendo aquele inferno silencioso de corredor branco, cheiro de álcool e médico entrando e saindo com expressões que não sabiam mentir. Meu filho precisou passar por cirurgias atrás de cirurgias, procedimentos longos, dolorosos, e a cada boletim médico a realidade ficava mais clara e mais c***l. O joelho dele tinha sido destruído por completo. Não era figura de linguagem, não era exagero de pai revoltado. Era laudo, era exame, era imagem fria mostrando que aquele garoto q

