Gadernal narrando Pro cara achar que vai entrar no meu morro, fazer a ruaça, pintar o c*****o, fazer o que bem entende e sair vivo, sair inteiro, ele tem que ser muito sujeito homem e muito maluco ao mesmo tempo, porque é claro que isso nunca vai acontecer. Nunca. Eu posso ser muita coisa nessa vida, posso ser chamado de maluco, de estourado, de psicopata, do que for, mas eu não sou qualquer merda jogada no vento. Não é à toa que eu tô à frente dessa p***a há tantos anos, não é à toa que esse chão aqui tem dono, regra e limite, e quem esquece disso aprende do jeito mais rápido possível. Enquanto eles acham que mandam, que chegam impondo farda, viatura e barulho, eu já tô três passos na frente, lendo o cenário, sentindo o ar, entendendo o jogo antes mesmo dele começar. Eu saí carregando

