Gadernal narrando Quando ela saiu daquela p***a de cela, eu fiquei ali parado, feito um i*****l, com a mente tonteada, o corpo esquisito, sentindo um torpor que eu não sabia explicar. E eu odeio não saber explicar as coisas. Odeio quando algum sentimento que eu não controlo começa a cutucar meu juízo. E foi exatamente isso que aquela desgraçada fez. Ela me deixou desnorteado. Me deixou num estado que eu nem sabia que existia dentro de mim. Eu sentei na minha cama de pedra, passei a mão na barba tentando botar meus pensamentos em ordem, mas quanto mais eu tentava, mais eu sentia aquele gosto. O gosto da boca dela. O gosto que ficou quando eu tentei fazer respiração boca a boca naquela menina, completamente tomado pelo desespero de fazer ela acordar. Aquela p***a daquele momento me deixo

