Daina encarava pela milésima vez o teto do quarto. Ela sentia-se em confinamento, apesar de ter sido provocado por ela mesmo. A noite já estava caindo. Era hora de ela sair e procurar algo para se alimentar. Na pressa para ir embora, a vampira acabou se esquecendo de carregar algumas bolsas de sangue. Agora, ela teria que procurar alguém para se alimentar. Tinha tanto tempo que ela não fazia isso, que acreditava já ter perdido a prática. Daina sai do quarto e segue pelo corredor externo da pousada, seguindo pelo estacionamento ainda vazio. Aquele lugar realmente parecia ter uma péssima fama, visto que não havia ninguém, além dela, do dono e alguns funcionários, no local. Daina até se perguntava como aquele senhor conseguia pagar os seus empregados, já que a pousada não parecia receber lu

