Capítulo 4

1256 Words
— Como vocês souberam que eu estava vindo pra cá?— Ele pergunta para o rapaz sem se importar com a dor que estava sentindo na perna. — Essa é uma pergunta que não irá ter uma resposta nunca — o Homem fala debochando de Byeong-ho, que sem pensar duas vezes desfere um murro bem dado no rosto dele. — Ah vai me dizer sim, ou por bem ou por m*l você vai me dizer como descobriram - ele fala dando murros no maxilar do homem, em cada frase dita. — Nunca - falou cuspindo sangue no rosto do moreno. — Vamos ver - falou atirando no outro joelho do homem que grita de dor. - Não vai dizer? - o homem balança a cabeça em sinal de negação, então Byeong-ho da outro tiro, no ombro do homem que já está chorando de dor - quer no outro? — Não, eu digo — ele fala desesperado. — Pode falar e rápido. — Dentro da sua turma tem um x9. — Por que você acha que eu iria acreditar em você, seu verme? — Porque nós já estávamos aqui esperando por você. — Quem é ele? — Eu não vou dizer, nem que você me mate aqui agora. — Ok então. Mas saiba que você é um grande i****a, eu creio que você tem família, vai morrer mesmo? — Sim. — Depois eu que sou o r**m - falou e disparou 12 tiros no corpo do mesmo. Ele saiu mancando com a perna sangrando, e foi para dentro do carro onde Liam, Louis e os outros que estavam com ele, lhe aguardavam. — Deixa eu colocar isso aqui na sua perna pra parar de sangrar - Louis falou para o companheiro que estava dirigindo. — Vamos direto pra casa Byeong-ho?— Liam pergunta. — PRA CASA p***a NENHUMA, VAMOS DIRETO PARA O GALPÃO! — Como vamos fazer isso Byeong-ho? A sua perna está ferida, temos que cuidar desse ferimento. — MINHA PERNA QUE VÁ PRA CASA DO CARAMBA, EU SÓ QUERO SABER QUEM É ESSE IRRESPONSÁVEL QUE ESTÁ ME TRAINDO, EU VOU MANDAR BALA NOS MIOLOS DESSE FILHO DA MÃE!— Grita ele furioso. — Calma bro, se você se precipitar assim e sair gritando, não vai conseguir pegar ninguém, pois todos vão saber que você descobriu que tem um x9 no nosso meio. — Vai me ensinar o que fazer agora? É Aloísio Rios? Você quer esconder alguma coisa de mim? — O que? A não Byeong-ho, só faltava essa, você não está pensando que sou eu, não é seu o****o? — Porque ficou nervosinho assim? Tenho motivos para desconfiar de você. — Sabe Park eu pensei que além do fato de que trabalhamos pra mesma organização, éramos amigos, mas pelo jeito eu me enganei. Pensei que você me conhecia, mas agora eu sei que não, pare o carro Juliano. — Louis, o que você está fazendo?— Liam pergunta preocupado. — Até mais Liam – ele fala isso e sai do carro. — É sério isso? - fala olhando para Byeong-ho que também estava um pouco perdido sem saber o que tinha acontecido ali. — O que foi isso?— ele perguntou passando as mãos pela cabeça. — Ele só quis ajudar, e você estragou tudo com essa sua desconfiança de merda Park. — Mas... — Byeong-ho foi interrompido por Liam que disse já um pouco com raiva por ele ter acusado o amigo deles de algo tão sem caráter — Eu entendo o seu lado, mas fique você sabendo que agindo assim não irá conseguir descobrir quem é que está te traindo. — Tá bom e o que você sugere que eu faça? — Quero que você aja como se nada tivesse acontecido, pois foi isso que o Louis tentou dizer. — Isso será bem difícil, mas diz aí por que eu faria isso? - Pergunto olhando pra ele. — Porque se você agir assim, essa pessoa vai ficar confiante de que ainda não foi descoberta e irá agir normalmente seu tapado burro— Liam fala irritado. — Não me chame assim, você sabe que eu não gosto, mas pensando por esse lado, você tem razão, eu posso tentar fazer isso. — É, sinto muito, mas você querendo ou não, eu vou te chamar assim até você parar de ser e pedir desculpas ao Louis. Ele não merecia ser ofendido daquela maneira e pode colocar mais câmeras escondidas da maior qualidade por todas as áreas do galpão, pois você vai precisar para saber quem está te enganando, mas faça isso sem que mais ninguém saiba. — Tudo bem irei providenciar tudo amanhã, mas a parte do pedido de desculpa é um pouco difícil, eu não vou fazer isso. — Você quem sabe, mais fique ciente de uma coisa, se o Louis não voltar você acaba de perder não somente um gênio na tecnologia mais também um atirador, pense bem o que você quer - ele falou isso e saiu de dentro do carro, foi para a sala que ele ficava no galpão, onde acabaram de chegar. Park Byeong-ho Desço do carro com a ajuda de Juliano, pois meus amigos me largaram aqui e fui para minha sala. Chegando lá, chamo o Gael, ele quem cuida da manutenção desse lugar e nesse exato momento estamos conversando a respeito das câmeras de segurança. — Mandou me chamar chefe?— pergunta o loiro. — Sim. — O que o senhor deseja?— ele fala com respeito. — Então eu quero que você coloque mais 12 câmeras nesse lugar. — Tudo bem, mas por quê? Não está bom com as que têm? Aconteceu alguma coisa? Nessa hora fiquei um pouco apreensivo e com dúvidas, mas resolvi não questionar para não fazer merda como mais cedo, eu tinha que confiar nele. — Não aconteceu nada, está ótimo, só que eu vou trazer mais equipamento para cá e talvez crescer um pouquinho mais e por isso eu quero que seja mais vigiado o lugar. — Tudo bem vou providenciar o mais rápido que eu puder. — Por isso que eu confio em você— digo um pouco desconfiado enquanto deixo um aperto em seu ombro. — Você já pode ir. — Com licença— ele fala e começa a andar até a porta, mas antes dele sair eu falo. — Pede para o Ian para vir aqui na minha sala, por favor. — Direi a ele — ele sai e eu fico esperando Ian chegar, quando ele chega, entra sem bater na porta. — Qual é, por que não bateu na porta?— perguntei para ele irritado. — Não é óbvio? — Claro que não. — Mas você estava me esperando, não estava? Pensei que poderia só entrar. — Mesmo assim, não faça isso de novo— falo sério. — Tá bom, foi m*l. — Você viu o Louis ou o Liam por aí? — Não, nenhum dos dois. Por quê? — Problemas. — Tá bom e pra quê mandou me chamar mesmo? — É que eu não sei o que está acontecendo comigo e preciso conversar. — Como assim. — Eu comecei uma amizade com uma menina no f*******:. — E daí? É normal, po. — Eu comecei a conversar com ela e ela disse que o pai dela é delegado. — Cai fora então mano. Não vale a pena mudar. — Você acha? — Eu não acho, tenho certeza. — Tá bom então vou pensar. — Era só isso? — Sim pode ir. — Beleza — ele sai.
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