Slytherin x Ravenclaw part. 1

3673 Words
Remus saiu do banheiro com a toalha enrolada na cintura e o vapor da água quente lhe acompanhando até o quarto. Sirius já estava acordado, seu rosto estava um pouco úmido e seus olhos não tão inchados quanto costumava ficar quando ele havia acabado de despertar.  – Você acordou há muito tempo? - Remus indagou, a testa franzida e se aproximando do seu namorado para dar-lhe um beijo matinal.  Sirius balançou a cabeça negativamente e sorriu quando Remus afastou os lábios dos seus. – Não, eu só fui escovar os dentes e lavar o rosto no banheiro do corredor. - informou, se ajeitando na beirada da cama.  – Tudo bem. Eu vou me vestir então e podemos descer pra tomar café. - Remus informou, mas antes que pudesse se afastar, Sirius fechou sua mão no punho do loiro. – O que foi? - perguntou, um pouco confuso.  – Eu pensei que a gente poderia tomar café na cama. - Sirius murmurou, adotando uma falsa inocência e sorrindo maliciosamente para Remus. Lupin riu abafado, uniu suas sobrancelhas e lambeu os seus lábios. – Então precisamos descer e buscar as coisas, não?  Sirius tornou a negar com um balanço de cabeça, em seguida, a mão que estivera fechada no pulso de Remus apertou-se ali e puxou o loiro para cima de si. Remus caiu por cima de Sirius, mas não durou muito, logo Sirius virou os seus corpos e se firmou por cima do seu namorado. – O que pensa que você está fazendo Sirius Orion Black? - Remus sentiu seu corpo estremecer com o toque das mãos quentes de Sirius na sua cintura úmida. – Sirius... Black sorriu, firmou suas pernas em ambos os lados do corpo de Remus e se abaixou para começar a beijar por trás da orelha de Lupin, descendo para o seu pescoço.  – Eu estou tomando café na cama. - Sirius sussurrou, levando arrepios por todo o corpo de Remus quando, em seguida, mordeu o lóbulo da orelha dele.  Remus não teve ações para responder. Os lábios de Sirius desceram no corpo desnudo de Remus e suas mãos desfizeram o nó da toalha dele, livrando-o do pano grosso e felpudo.  Sua mão direita envolveu o pênis parcialmente duro de Remus, fazendo-o arquear as costas devido a clara diferença de temperatura entre os dois corpos. Sirius sorriu satisfeito com a resposta corporal de Remus, seus lábios trabalharam no pescoço de Lupin, beijando, mordiscando e lambendo, enquanto sua mão iniciava movimentos contínuos de m*********o no m****o do seu namorado, arrancando dele pequenos arfantes.  Sirius começou a descer os seus beijos, sem parar a m*********o. Seus lábios alcançaram e trabalharam ambos os m*****s rosados de Remus, um de cada vez, obrigando o loiro a fechar seus olhos e morder seus lábios afim de conter gemidos mais altos que, por ventura, pudessem escapar. – Sirius... - a voz de Remus soou entre um gemido incapaz de segurar. – Eu estou aqui, amor. - Sirius sussurrou de volta, com um sorriso muito orgulhoso em seus lábios.  Remus abriu seus olhos e o âmbar-esverdeado entrou em um conflito direto com o cinza dos olhos de Sirius. Sirius Black estava a perfeita definição do que seria perdição para Remus, com os seus cabelos amarrado de modo desajustado, alguns fios soltos emoldurando o seu rosto, seus lábios muito avermelhados e sua respiração quente ricocheteando na pele gelada dele... Remus decidiu que se ele morresse naquele momento, ele morreria feliz. Sirius desceu mais um pouco, sem abandonar a pele de Lupin nem por um instante, seja com os seus lábios, dentes ou língua, traçando detalhadamente cada linha dos músculos de Remus, excitando cada célula do seu corpo.  Sem avisos prévios, Sirius desceu sua mão para a base do pênis de Remus e ergueu seu próprio tronco apenas o suficiente para estar de cara a parte de Remus que ele mais desejava. Sua língua deslizou na superfície do p*u de Lupin, que encontrava-se incapaz de ou de retirar os seus olhos dos de Sirius. O moreno não tardou em envolver o pênis do loiro com a sua boca, seus olhos acizentados se ergueram novamente para encontrar os de Remus, e começou a descer os seus lábios na estrutura do outro sem encontrar grandes dificuldades.  Remus apoiou os seus cotovelos na cama e ergueu os seus quadris para melhorar o seu campo de visão. Sirius voltou a mover sua mão ainda firme sobre o pênis de Remus, voltando a masturbar tudo aquilo que não cabia na sua boca.  – Oh, p**a que p... - Sirius sugou Remus fortemente, impedindo-o de continuar a soltar seus palavrões. – Por Deus, Sirius... Remus se sentiu incapaz de continuar sustentando o olhar de Sirius, era intimidador e sexy demais. Seus olhos voltaram a se fechar e seus dentes à massacrar os seus lábios, sua respiração acelerava cada vez mais.  A cabeça de Lupin tombou para trás, sua mão direita foi de encontro à cabeça de Black e seus dedos se afundaram nos cabelos escuros com firmeza. Seus quadris passaram a se mover para cima em busca de tudo o que Sirius era capaz de lhe oferecer. A sua língua realizava um trabalho excepcional, é inegável que Sirius Black era dono do melhor boquete que Remus Lupin se lembra de ter recebido em toda a sua vida.  Com o aperto e a m*********o com a mão, a língua e os lábios de Sirius, os movimentos regidos pelo seus quadris fodendo a boca do outro, Remus não durou muito. Logo ouviu-se um gemido alto e forte escapar da garganta do loiro e Sirius sentiu ele se desmanchar em sua própria garganta, e se serviu de tudo o que Lupin foi capaz de lhe proporcionar até a última gota.  Sirius lambeu o p*u de Remus uma última vez, se certificando de ter limpado qualquer resquícios do orgasmo do outro dali. Remus voltou a deitar suas costas na cama e tentava a todo custo regularizar a sua própria respiração, ainda ofegante e acelerada que constrastava com o ritmo do seu coração.  – Agora sim, eu acho que é seguro dizer: Bom dia, amor. - Sirius sibilou, subindo para cama e beijando os lábios de Remus que ainda tinha seus olhos fechados.  Remus abriu seus olhos quando sentiu os lábios de Sirius no seu, ele riu baixinho, incapaz de conter a felicidade que transbordava no seu peito por ter Sirius Black para si, e principalmente, uma versão tão descomunalmente desinibida. – Bom dia, amor. - Remus respondeu de volta quando encourou alguma estabilidade na sua voz. – Acho que agora é a minha vez de me servir do meu café da manhã.  E sem avisos prévios e em meio as risadas de Sirius, Remus se atirou em cima do outro com as suas forças restabelecidas para retribuir o favor matinal.  James desceu as escadas da sua casa em um ritmo que beirava o desespero. Já passavam das 10h30 da manhã e ele não conseguia se lembrar onde havia deixado a sua carteira e chaves do seu carro na noite anterior. Mas era compreensível, ele havia chegado tão atordoado e avoado depois de beijar Regulus Black na porta da casa da Lily e posteriormente na porta da casa dele também, ele não havia prestado atenção em absolutamente nada quando chegou em casa. – Ei, bom dia para você também. - Fleamont vociferou, quando James passou voado por ele em meio as escadas. – Bom dia, pai. - James resmungou, alcançando o último piso e correndo até a mesa de centro da sala. – Você por acaso viu as chaves do meu carro? - questionou apressado, vasculhando as folhas que provavelmente Euphemia havia colocado ali mais. – Eu não sei, Jamie... Você já tentou o porta chaves da parede? Acho que ele serve para isso. - Fleamont respondeu sarcástico, servindo-se de mais do seu café e voltando a subir as escadas. James revirou os olhos, não achando muita graça da piada do seu pai essa hora da manhã.  O fato é, Fleamont tinha razão, as chaves se encontravam penduradas ali e a sua carteira estava na mesa abaixo do porta chaves.  – Querido, você já vai sair? - Euphemia perguntou, adentrando a sala.  James se virou para encarar sua mãe, ela estava a perfeita definição dos sábados da família Potter. Os cabelos escuros presos e muito alinhados, um avental vermelho por cima do vestido preto, pés descalços e um pano de prato passando entre as suas mãos para enxuga-las, ela certamente estava fazendo as suas panquecas favoritas de James e Fleamont.  – Sim, sim. - respondeu James, enfiando a carteira no bolso e buscando suas chaves. – Eu vou em Hogwarts, jogo de futebol. Estarei de volta para o almoço. Euphemia enrugou seu nariz e crispou os seus lábios, seus olhos escuros se quase se fecharam e ela lançou à James o seu típico olhar desconfiado de mãe.  – A Grifinória está jogando hoje? - questionou, enquanto James ia para o outro lado da sala buscar seu relógio de pulso sobre o sofá. – Eu acho ótimo que você esteja dando apoio aos garotos da... – Não, na verdade é a Sonserina. - James respondeu, passando o relógio no seu pulso e fechando a prata ali. – Sonserina e Corvinal. Euphemia encarou James sem entender por alguns instantes, ela sabia pouco sobre futebol, mas o pouco que sabia era que James costumava jogar na Grifinória nos tempos de faculdade e que a Sonserina era o principal rival do seu time, logo, principal rival de James, outrora capitão da Grifinória. – Você vai em um jogo da Sonserina? - indagou, agora ainda mais desconfiada. James olhou para sua mãe e lhe lançou o seu mais cafajestes dos sorrisos. – E Corvinal. - acrescentou, embora soubesse o que sua mãe estava insinuando. – Estou indo, beijo.  E sem esperar respostas, James saiu pela porta da frente, deixando Euphemia Potter muito intrigada.  James avistou de longe na arquibancada a cabeleira loira de Remus muito próxima das longas madeixas escuras de Sirius sentados nos bancos mais altos. Por um instante, ele chegou até a se questionar o que eles estariam fazendo em Hogwarts em um sábado de manhã, mas era óbvio que eles estariam aqui, uma vez que, Regulus era irmão de Sirius e eles pareciam nutrir uma relação de tanta cumplicidade quanto James e Remus.  Potter se aproximou do casal e sentou-se de supetão ao lado de Remus, assustando o loiro e o seu namorado que provavelmente não esperavam vê-los ali, ao menos, não hoje.  – Bom dia jovem casal. - James murmurou, animado e ignorando os olhares questionadores dos dois. – James? - Sirius questionou a pergunta não feita por Remus. – O próprio, em carne e osso. - James retirou seus óculos escuros e estendeu a mão para Sirius na frente de Remus. Sirius a pegou sem demora, e James sorriu ainda mais abertamente. – Bom ver vocês rapazes. - declarou, soltando a mão de Sirius de arrumando no seu lugar.  – O que você está fazendo aqui? - Remus interrogou, os olhos âmbares fixos em James.  – Eu vim assistir ao jogo. Eu adoro jogos de faculdade, é como nos velhos tempos. - James empurrou o braço de Remus, piscando para ele. – Inclusive, marquinha interessante, Moony. - indicou para o próximo pescoço, onde em Remus reluzia uma marca muito avermelhada de um chupão muito recente. Remus abriu os lábios e inspirou o máximo da própria respiração antes de levar a mão no local indicado por James e olhar feio para Sirius. O outro deu risada, erguendo suas mãos em forma de redenção. – Eu não vi, desculpa. - Sirius se defendeu. James riu, levou o copo de café que acabara de pegar na cafeteria da faculdade a sua boca e encarou o horizonte de gramado verdinho, enquanto os dois ao seu lado tinham uma pequena discussão sobre marcas durante o sexo.  – É um assunto adorável para se ter às onze da manhã, sim? - James murmurou, rindo com muito humor.  Remus empurrou o seu braço e quase o fez derramar o café quente nas suas vestes. Isso certamente irritaria James, ele estava usando o seu suéter branco favorito. – Moony. - resmungou, afastando o copo do seu corpo.  – Não fode, James. – Não, eu não. Você e o Sirius evidente que sim. Remus rosnou, olhando muito feio para James que tentava não dar risada e, portanto, evitava olhar para Sirius que não estava tão diferente do outro lado de Remus. – Então, o Regulus te convidou? - Sirius mudou de assunto, dirigindo-se à James. A resposta era óbvia, mas a questão queimava não língua de Sirius e a curiosidade borbulhava na boca do seu estômago.  – Hm, sim. - James respondeu com simplicidade. – Nós conversamos muito sobre os times ontem, sabe? Na casa de Remus... Com o Peter. James voltou a levar o copo de café na sua boca, se servindo da bebida agora um pouco mais para morna do que quente.  – E no carro quando você levou ele para casa. - Sirius ofereceu, com um tom de voz muito suspeito. James instantaneamente sentiu a sua garganta fechar e se engasgar com o café, forçando-o a cuspir o café da sua boca, espirrando nos seus pés e nas arquibancadas a frente, que, felizmente, ainda se encontravam vazias.  – Jaaaames!!! - Remus elevou a voz, afastando seus pés de onde James havia derramado café. – Qual o seu problema?  – Nada. - respondeu rapidamente, sem dar tempo para o seu próprio pensamento. – Eu só pensei ter sentido o gosto de calda de morango. Eu odeio calda de morango. - dei a primeira desculpa que lhe surgiu.  – Mas esse café é da cafeteria da faculdade, não tem... – Eu sei, Lupin! Eu sei! - James vociferou, arregando seus olhos quase enfurecido. Remus entendeu o seu gesto e se calou, respirou fundo e arrumou o seu próprio suéter afim de esconder as marcas deixadas por Sirius em seu pescoço essa manhã.  – Sim, Sirius. - James retomou o assunto, voltando a olhar para o outro que parecia não entender muito bem o que havia rolado. – Conversamos durante o caminho também. - confirmou, lambendo os seus lábios e colocando o copo de papel ao seu lado, tendo desistido do seu café. – É isto, conversamos. - acrescentou novamente, sem uma grande necessidade.  James sentiu que Sirius iria dizer algo, ele não sabe bem o que. Ele não sabia se Regulus havia contado ao irmão o que tinha acontecido, mas ele esperava que não, pelo menos ainda não. James ainda não tinha dito para Remus — não havia tempo — e ele esperava fielmente que Regulus também não tivesse tido.  Não que ele não quisesse que Sirius soubesse dos beijos trocados com o seu irmão durante a madrugada, mas ele esperava ter um pouco de tempo para pensar em como agir diante de quaisquer que fossem as reações de Sirius sobre isso. Ele surtaria? Ele seria contra? Ele ficaria feliz? Ele tentaria socar o James? Ele não sabia dizer e aí estava o grande problema de James com conhecer pessoas novas, ele odiava não conseguir prever os seus movimentos com a mesma facilidade que conseguia com Lily e Remus.  Remus e Sirius voltaram a conversar entre si, eles não falavam baixos, embora estivessem muito próximos, mas James não conseguia prestar atenção em nenhuma palavra dita por eles de tão submerso que ele estava em seus próprios pensamentos. Afinal de contas, o que ele estava pensando!? Beijar o irmão mais novo do atual namorado do seu melhor amigo? Se bem que o irmão dele é um gato. Mas ele disse que também tinha interesses em James, ele deixou claro que esperava uma oportunidade de flertar de volta. Mas ele bebeu na noite passada, e se as palavras dele foram movidas pelo álcool? Se bem que, nem foi tanto assim, ele provavelmente bebeu menos que James que estava se controlando porque iria dirigir e nossa, o irmão mais novo do namorado do seu melhor amigo é realmente muito, muito gato. James Potter, ele nem é tão bonito assim... E como deixa para abandonar os seus pensamentos, as arquibancadas que pareciam ter se enchido do nada, começou a vibrar com a entrada dos dois times no gramado e o coração de James acelerou sem a sua permissão quando seus olhos ficaram exclusivamente em um jogador específico da Sonserina em seus malditos trajes verde e prata. Sim, James Potter... Ele é tão bonito assim, sim.  Regulus Black entrava no campo rindo, em sua mão uma garrafa de água verde de um tom um pouco mais escuro que os seu uniforme. O cabelo estava com todos os seus fios presos no topo da sua cabeça, suas pernas, embora grande parte coberta pelo meião e o short verde, revelavam músculos nas coxas e no seu braços, uma faixa preta amarrada indicando que ele era capitão do time.  James engoliu a seco, ele sentiu borboletas baterem suas asas violentamente no seu estômago. Sua língua deslizou involuntariamente nos seus lábios e nesse mesmo instante, ele desejou ser a garrafa verde que Regulus levava agora a sua boca.  – Eu adoro a Sonserina. - James sussurrou muito baixo o que era para ter sido um pensamento apenas para si mesmo. – Como? - Sirius questionou, realmente curioso para saber o que havia sido dito, ele não havia prestado tanto atenção. James olhou para Sirius e Remus, os dois encaravam-o sem entender. Será que eles ouviram o que ele disse? Certamente que não, até o próprio James tinha dúvidas se havia realmente dito algo e provavelmente optaria pelo não se não fossem os interrogatórios de Sirius e o Remus. – A Sonserina, eu detesto a Sonserina. - indicou, tentando soar o mais firme que era capaz. – Veja só a postura soberba deles. Não muda nunca.  Sirius olhou para o time por alguns instantes antes de voltar para James, sorrindo e assentindo. – Sim,  é verdade. Eu me pergunto como o Reg consegue conviver com eles. - Sirius passou a mão nos seus cabelos, jogando todos os seus longos fios para trás. – Especialmente com ele. - indicou com o dedo mesmo, sem se importar. Remus e James se viraram no mesmo instante para olhar, na direção em que Sirius indicava, estava o homem que James não havia prestado atenção antes. Severus Snape no uniforme da Sonserina, indo em direção ao banco com os demais jogadores, instantaneamente, James fechou a sua expressão. – Você socou o Snape? - Remus estava confuso, seus olhos muito arregalados não direção do seu namorado. Sirius revirou os olhos e sorriu sarcástico. – Se eu conheço o Severus? Eu estudei com ele praticamente a vida inteira antes de ir pros Estados Unidos. - Sirius informou, não deixando de transparecer o seu completo desdém pelo sonserino. – Sabe aquele nariz torto? Eu quebrei. - agora, sua voz estava transbordando orgulho. James sentiu seu peito inchar de satisfação e simpatia por Sirius Black, um sorriso transpassou o seu rosto de orelha à orelha. – Sirius Black, eu te admiro cara. - James se levantou do seu lugar e passou por cima das pernas de Remus para se sentar ao lado de Sirius e abraçar o outro de lado, apertando-o contra o seu peito. – Você é oficialmente meu novo melhor amigo. - declarou, convicto. Sirius riu alto, afagando os cabelos escuros de James e se sentindo muito confortável naquele abraço. Remus, por outro lado, olhou feio para James. – Calma, Moony. Tem muito amor para você também. - James disse, afastando-se do seu abraço em Sirius para definir dois tapinhas nos ombros de Remus. – Mas ele quebrou o nariz do Snivellus. Sirius Black merece uma semana de aclamação no nosso grupo, com direito à foto de perfil e tudo. – Você é tão bajulador. - Remus acusou-o, mas rindo também. – Espera ai, Snivellus? - Sirius perguntou com um sorriso muito divertido em seus lábios. – É, é como Remus, Lily e eu apelidamos ele no começo da faculdade. - James respondeu, dando de ombros em um ar muito orgulhoso. – É como você apelidou ele no começo da faculdade. - Remus devolveu, apontando para James. Potter deu de ombros, voltou a olhar para o campo e mais especificamente para Regulus que agora conversava com Severus e outros jogadores. – Tanto faz. - murmurou. – O fato é, Snivellus entrou na faculdade um ano depois de nós e a Lily sempre foi muito gentil, gentil até demais com os calouros e ele confundiu um pouco as coisas. - James torceu o nariz, como se falar sobre aquilo o incomodasse para além da conta. – Ele tentou beijar ela em uma festa da faculdade mesmo depois dela ter tido não inúmeras vezes. Então Remus o acertou em cheio. - riu da lembrança com muito carinho. – E depois eu o acertei em cheio. Então talvez nós dois também tenhamos contribuídos para sua obra de arte. Remus riu, concordando enfim.  – Foi muito legal. - Lupin informou, estrelando todos os dedos da sua mão. – Além de que ele é um homofóbico do c*****o. Ele deve ter ficado muito contente de ter apanhado de duas bichinhos. - Remus resmungou, irritado ao lembrar do nome que Severus costumava chamá-los nos corredores. – Ele chamava vocês assim? - Sirius exasperou-se, uma irritação tomando conta do seu peito. – Chamava. Até a gente quebrar a cara dele. - James gesticulou com as mãos ao alto, acrescentando de muito bom gosto. – Eu estou muito empolgado com a energia que criamos aqui. - Sirius disse, sorrindo para os dois ao seu lado. – Ei, calma aí. De que tipo de energia você está se referindo? – Potter, cala a boca. - e então Remus bateu na cabeça de James que ria, acompanhado de Sirius. O apito do juiz soou, e no instante seguinte, o jogo foi iniciado e a bola começou a rolar entre os jogadores de azul e verde. 
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