— E quanto à Zylah? — perguntei, franzindo o rosto. — Você tem alguma ideia do que ela pode ser? — Eu apostaria em... — Nikkolai ergueu os olhos para os céus e ficou imóvel. Ele sequer respirava. Percebi que deveria ser uma ordem Divina, porque seus olhos brilharam suavemente e correram pelas nuvens, como se ele pudesse ler instruções. Então, tão rápido quanto foi para ficar praticamente petrificado, ele suspirou e cambaleou um passo. Eu o segurei pela mão. Ele estava longe de cair, mas, não sei porque fiz aquilo. Nossos dedos faiscaram. Faísca de verdade. Só que não o soltei. Nikkolai suspirou mais uma vez. — Tenho um trabalho para fazer. — Alguém está morrendo? — questionei. — Agora não — disse ele, abaixando os olhos para nossas mãos unidas. Não havia poder se unindo, como tantas vez

